Sensações e desfrutes em uma viagem de moto

Desfrutes e sensações em uma viagem de duas rodas, que, provavelmente, só motociclistas entenderão.


Esse texto foi escrito originalmente no começo de 2014, quando eu estava há pouco mais de 6 meses com minha motoca (que possuo até hoje).

Nos primeiros meses passei alguns apuros com ela: o dono anterior era meio relaxado, se é que vocês me entendem. Nesse período, fiquei por duas vezes no caminho, com problemas de bateria e bobinas.

Mas, em 2014, estava com ela (teoricamente) arrumada e pronto para fazer a primeira viagem significativa em duas rodas. Nesse processo de preparação, aprendi algumas técnicas de pilotagem, mecânica e elétrica básica (até um pouco além) para ser capaz de me defender melhor pelo caminho. A preparação e o planejamento tornam as realizações mais seguras e diminuem a probabilidade de imprevistos, de forma que possamos usufruí-las melhor. É uma lei universal.

Felizmente nada de ruim ocorreu na viagem de 2.700km, percorridos em 11 dias. Compartilhei, uma semana antes de seu início, alguns pensamentos singulares e seus significados para os amantes (e futuros amantes) das viagens de motocicleta, adquiridos pela experiência e leituras diversas sobre essas circunstâncias únicas. Vejam se concordam!


Viajar de moto é…



Desfrutes e sensações em uma viagem de moto pelas estradas, que só motociclistas entenderão.subsistir com restrição de bagagens e aceitar a insignificância das coisas materiais em nossa vida, cujo peso nos impede de perceber as reais necessidades de nossa existência.

conhecer os riscos da exposição, acolhê-los e testemunhar a responsabilidade de suas escolhas.

consumir as estradas em uma visão de 360º do mundo, permitir essa imensidão alterar a nossa percepção da realidade e conceder a si próprio um compartilhamento mais íntimo da alma com o planeta.

presenciar a calmaria e ao mesmo tempo manter-se em alerta. Desfrutar a magia do silêncio embutido em um potencial mar revolto.

sentir cheiros normalmente retidos nos filtros de aparelhos de ar condicionado e relembrar a plenitude de momentos e emoções. Reconhecer o mundo real.

vivenciar a física em sua plenitude, em uma integração máquina-corpo inigualável numa harmonia una, fazendo de você um modelo vivencial, e não apenas um modelo teórico.

ceder à limitação humana após tantas gafes meteorológicas, apesar da complexidade dos instrumentos e modelos utilizados.

sujeitar-se eventualmente ao calor excessivo, ao frio e atestar que você possui um vigor tal que não o faça duvidar de sua existência.

entender o porquê um cachorro coloca a cabeça para fora quando viaja de carro.


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