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Mostrando postagens de Junho, 2018

Admirável mundo novo, de Aldous Huxley: até quando uma ficção?

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Admirável mundo novo: a proximidade cada vez maior das ficções com o mundo real.O que parece inimaginável à primeira vista, vai chegando de mansinho, transformando nossas mentes aos poucos e quando nos tocamos, é impossível voltar atrás.Será que nosso destino se assemelhará à distopia de Aldous Huxley?
Um dos critérios para caracterizar um livro como “clássico” baseia-se no fato de que suas ideias nunca envelhem. Admirável Mundo Novo, escrito por Aldous Huxley em 1932, é um deles. Suas mensagens mantém-se atuais, assim como outros clássicos de autores contemporâneos, como "1984", "A Revolução dos Bichos", "A Revolta de Atlas" ou "A Nascente", de Ayn Rand.

Ampliação e saída da zona de conforto - e um quiz sobre o rock brasileiro

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Como os desafios que encaramos, através por exemplo, de uma viagem solo, nos impele a sair da zona de conforto?Como podemos ampliá-la através da sabedoria e ao mesmo tempo, trazer uma potencial liberdade nesse confronto?
Desde a nossa infância, por influências familiares, escolares e religiosas, criamos limites onde o permitido e o proibido estão claramente definidos.

Nessas fronteiras, a maioria das consequências de nossas ações podem ser previstas e desejamos que nossas atitudes não se tornem causas de nenhuma situação incômoda.

A delimitação desses espaços pode ser entendida como uma construção pessoal, inconsciente, invisível que denominamos de “zona de conforto”: um lugar que caminha paralelamente com a realidade do nosso dia a dia e que oferece uma resistência muito grande para ser transpassado.

Liberdades restritas através das intenções e práticas do Estado

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Você está ciente de que sua liberdade está sendo cada vez mais tolhida nestas últimas décadas socialistas no país?Nesse ambiente cada vez mais inóspito, em meio a esse Estado babá, estamos sendo submetidos pouco a pouco, por vezes à ditadura da maioria e por vezes à ditadura da minoria.
Escrevi esse texto originalmente em 2014. Essa revisitação foi motivada pela "greve dos caminhoneiros" no final de Maio de 2018, que curvou o país e prejudicou serviços essenciais à toda população brasileira.

Chamar esse movimento de greve é algo, no mínimo, estranho. Primeiro, havia patrões estimulando e comandando grevistas. Só no Brasil. Segundo, sua demanda inicialmente foi a contrariedade aos impostos, mas depois vimos que a exigência era apenas para benefício próprio. Terceiro: não sabemos se a maioria dos caminhoneiros realmente queriam estar parados ou estavam sendo ameaçados por uma minoria terrorista.