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Mostrando postagens de Abril, 2013

Dias 134 a 137 da viagem: Nha Trang, balneário "russo" do litoral do Vietnã

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Relato de viagem à Nha Trang, no litoral do Vietnã, a grande presença russa, belas praias e uma aurora equatorial?
A chegada na cidade a partir de Hoi An ocorreu durante o nascer do sol, antes das 6 horas da manhã, e percebemos in loco a diferente rotina de horário que os vietnamitas possuem em relação a nossa cultura ocidental. Eles acordam muito cedo e dormem bem cedo também. A praia é muito cheia no horário das 5 e meia da manhã até às 8:00hs, e volta a encher novamente após às 17:00hs. Fogem do sol, indubitavelmente. Quando acrescentamos o fato de que muitos se mumificam no dia a dia, usando máscaras no rosto e roupas compridas mesmo embaixo do sol, percebemos que existe talvez algo mais além do que simplesmente uma manutenção da saúde da pele.

Dias 131 a 133 da viagem: Hoi An, Vietnã, e seus vilarejos por scooter

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Relato de viagem à pacata e agradável cidade de Hoi An, Vietnã, e seus vilarejos em uma scooter.
A distância de Da Nang para Hoi An é de apenas 25km, o que resultou no menor tempo de viagem que fiz até agora entre uma cidade e outra no Vietnã. De uma cidade nova, grande e em crescimento, fui a uma cidade antiga, pequena, mas com crescente movimentação turística em função de sua atribuição pela UNESCO de Patrimônio Cultural da Humanidade (mais uma).

Dias 129 a 130 da viagem: Da Nang, modernidade no centro do Vietnã

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Relato de viagem à Da Nang, porto e moderna cidade na região central do Vietnã e a visita ao templo Cao Dai.
Em geral, a maioria das pessoas que viajam de norte a sul pelo Vietnã, ou seja, de Hanói para Saigon, vão após Hue, para Hoi An. Eu resolvi fazer uma parada em Da Nang. A cidade fica no caminho e estava na rota dos ônibus turísticos, tinha praia e era uma cidade com um grande crescimento no país. Além disso, eu havia conhecido duas moradoras da cidade pelo Couchsurfing que me convidaram para mostrar a cidade e não queria perder a oportunidade dessa interação. Eu acredito que é dessa forma que conhecemos melhor o país: através das pessoas e não através das atrações turísticas. Comentei algo sobre isso no post Turismo de Culpa.

Dias 126 a 128 da viagem: Hue, região central do Vietnã e sua cidadela

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Relato de viagem à tranquila cidade de Hue na região central do Vietnã. O destaque fica por conta de sua grande cidadela da dinastia Nguyễn às margens do Rio Perfume.
O ônibus noturno vindo de Hanóichegou na cidade de Hue por volta das 8 horas da manhã. As estradas no Vietnã, ao menos as principais, parecem um pouco melhores do que as do Camboja e Laos, fato que me permitiu dormir bem no ônibus. Não havia reservado hotel na cidade, e aceitei o convite de um grupo canadense para checar o único hostel da cidade, que elas haviam feito reserva. Decidi ficar por lá mesmo. Como o check-in ocorreria apenas às 11 horas e o sinal de internet estava péssimo, saí para andar um pouco pelas adjacências e deparei-me com uma cidade bem menor do que Hanói, com menos pressa e pessoas mais gentis, mesmo na técnica de abordagem dos turistas pela rua.

Dias 122 a 125 da viagem: Hanói, capital do Vietnã e Halong Bay, sob chuva.

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A viagem para Hanói e Halong Bay, no norte do Vietnã. Muita beleza mesmo em tempo chuvoso da baía e as atrações da capital do país..
A chegada ao Vietnã lembrou-me um pouco meus dias na Índia. Após uma longa viagem de ônibus de Luang Prabang, Laos, onde ficamos esperando mais de uma hora a fronteira do país abrir e mais uma hora pela lerdeza dos funcionários em providenciar nossas entradas (e olha que todos já tinham visto – não existem meios de conseguir vistos nas fronteiras terrestres do país), cheguei de noite em Hanói e rapidamente abordado por centenas de taxistas e mototaxistas implorando para me levar no hotel.

Ciclos e procrastinação: as armadilhas do calendário

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Os ciclos em nossa vida são legitimados pelo conceito do calendário e podem ser grandes pretextos para o triunfo da procrastinação.
Na minha viagem ao Sudeste Asiático fui presenteado com visões sem fim de campos de arroz, principal cereal utilizado na alimentação desses países. Memórias de um livro lido trouxeram à mente informações de que a cultura do arroz não possui ciclos no plantio, isso é, a terra mantém-se permanentemente em uso. Diferentemente, na Europa, com a cultura predominante do trigo e cevada, existia um intervalo, um período para descanso do solo e uma recuperação para a (re)mineralização do solo, como aprendemos no colégio nas aulas de Idade Média (cultura de “pousio”, lembram-se?).

Dias 118 a 121 da viagem: Luang Prabang, monges e almsgiving, Laos.

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Relato de viagem à cidade de Luang Prabang, norte do Laos, em meio a centenas de monges. Conheça a Almsgiving e as cachoeiras Kuang Si, um espetáculo!
Após uma viagem que durou toda a noite em um bom ônibus leito, mas que não faz milagre em proporcionar algum conforto em função da péssima conservação da estrada, cheguei em Luang Prabang, antiga capital do antigo reino de Lan Xang (desde 1353) que possuiu importante papel na resistência laosiana frente aos franceses no século XX. Hoje é uma cidade pacata, com seus parcos 50mil habitantes e provê uma importante renda através do turismo.

Dias 114 a 117 da viagem: Pakse e Vientiane, capital do Laos

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Da calma das ilhas de Don Det para a calma capital do país, Vientiane, passando por Pakse. Belas avenidas, templos na praça do Pha That Luang e o COPE.
Saí de Don Det meio zen, com uma sensação fantástica de relaxamento, mas sentindo também que nos últimos 3 dias a vida passou e eu não acompanhei.

Mas conclui também que necessitar estar a par de tudo é uma consequência da vida contemporânea, algo como uma doença moderna, e isso pode não ser bom. Considerei dar uma desacelerada nas leituras, nos trabalhos, no blog e no facebook. Porém, a capital do país, Vientiane não ajudou muito nessa resolução pessoal.

Dias 110 a 113 da viagem: ilhas Don Det e Don Khon, rio Mekong, sul do Laos

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Relato de viagem para as isoladas ilhas de Don Det e Don Khon, localizadas no meio do rio Mekong, no arquipélago fluvial Si Phan Don - ou 4000 ilhas), ao sul do Laos.
A visita a essas ilhas é um exemplo de mudanças de planos ocasionadas pelas sugestões de colegas durante a viagem. Meu plano inicial era ir direto para a capital do Laos, possivelmente através da Tailândia novamente, pois o caminho é mais curto.

Decidi, porém, fazer um outro caminho, através da fronteira do Camboja para alcançar um lugar conhecido como "4000 islands", ou Si Phan Don, um grande arquipélago fluvial no meio do Rio Mekong. Dentre todas as ilhas, as mais visitadas são as ilhas de Don Det e Don Khon. Foi o lugar mais remoto e longe da civilização que visitei até agora. Uma simples verificação no Google Maps demonstra do que estou falando. É o meio do nada.