Os nobres desafios e a nossa transitoriedade nesse mundo

Como os desafios impostos pelas grandes cordilheiras no Nepal podem estimular o nosso autoconhecimento.
O Annapurna ao amanhecer, na sua face sul

Os nobres desafios das grandes cordilheiras no Nepal nos mostram que não somos a medida de todas as coisas.


Como comentei no relato de Pokhara, no interior do Nepal, fiz um curto trekking na região próxima à face sul do Annapurna. Apesar de curto, ele exigiu um razoável preparo físico em virtude de elevados graus de subidas e descidas, principalmente em função do peso carregado nas costas. O cansaço porém, é muito bem recompensado quando atingimos nosso objetivo, principalmente quando consideramos que as dificuldades impostas provém de algo que cuja nobreza é imensurável.

Enfrentar a natureza expõe esse sentimento. Seja para um trekker amador como eu, ou para os atletas profissionais. É o desafio e o desejo de superação dos nobres obstáculos forjados através da força e da idade do Universo que nos promove esse prazer.

Como os desafios impostos pelas grandes cordilheiras no Nepal podem estimular o nosso autoconhecimento.
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Quando suas incontáveis dimensões são confrontadas à fraqueza humana, cria-se um sublime encontro que nos estimula a sair da zona de conforto, da conveniente rotina, e se aventurar em locais incômodos, com condições climáticas na maioria das vezes desconfortáveis e com dificuldades físicas que nos impõem um peso tanto físico como emocional.

Muitas vezes consideramos que as inadequações do dia a dia nos fornecem apenas vis obstáculos, que não julgamos nobres o suficiente para receber o nosso confronto. Sentimo-nos desafiados. Somos motivados a sair do consolo do lar e das sequências convenientes e previstas, para se aventurar em meio a paisagens provocadoras, onde a temperatura, a umidade e as dificuldades físicas impõem a você um peso muito maior do que uma mochila nas costas.

Os cenários deslumbrantes, desafiadores e solenes, nos relembram a todo momento que o Universo é mais poderoso e nos transmite uma tal sensação de transitoriedade que nos induz a aceitar as limitações de nossos desejos, nos rendermos e revermos as reais urgências da vida. 

Mais, as amplas paisagens naturais nos fornecem as maiores e reverentes lembranças dos mistérios que nos transcendem, fazendo com que acatemos com mais serenidade que a nossa existência, enfim, não é a medida de todas as coisas.

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As postagens dessas reflexões são parte de uma viagem que começou na Europa, passou pela Ásia e retornou ao velho continente. Veja aqui como foi essa viagem de 205 dias.

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Comentários

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Parabéns filho, tudo bem relatado, explicado com riqueza de detalhes, sei que nunca vou fazer uma viagem dessa, mas acredite estou viajando com você nessa Viagem Lenta...bjs

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