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O progressismo, o falso elo com o progresso e a miséria intelectual

Progressismo, um rótulo que não passa de um reconforto moral para os idiotas úteis manipulados, e que para sua disseminação, é necessário que se estabeleça sobre a base de uma indigência intelectual.

Progressismo, um rótulo que não passa de um reconforto moral para os idiotas úteis manipulados, e que para sua disseminação, é necessário que se estabeleça sobre a base de uma indigência intelectual.


Sempre quando definimos coletivos, sujeitamo-nos a assumir um grande risco em rotular levianamente um grupo ou um pensamento. Como escrevi em Rótulos políticos: necessidades e problemas, o grande problema é que tal rotulação coletiva inibe o pensamento individual e independente, tão defendido nesse blog. Porém, por vezes, é necessário a utilização de alguns estereótipos para esclarecer meandros do jogo político e para definir pensamentos, opiniões e compreensões de mundo. Principalmente quando algumas derivações são usadas de forma totalmente oposta ao significado da palavra que a originou.

Nesse espaço há farto material que acusa a farsa e o atraso do pensamento que ainda domina o mundo latino - e o Brasil em particular. Alguns são ridicularizados por tachá-lo de comunista, mas tal termo não está incorreto se entendermos como comunista um sujeito cujo objetivo não é implantar um sistema assim e assado, mas sim ser um agente (na maioria das vezes um idiota útil manipulado) que "ocupa um lugar numa organização que age como parte ou herdeira da tradição revolucionária comunista", como diria Olavo de Carvalho. Convicções ideológicas perdem importância para a estratégia de tomada do poder a qualquer custo. Os comunistas de hoje são, assim, pessoas que nunca leram - ou não entenderam, autores que pregaram sua assimilação pela sociedade e autores que criticaram suas teses. Essa oposição é necessária para assumir um julgamento, mas que é negligenciada de forma cruel.
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Tecnologia e apps contra o corporativismo e a serviço da liberdade

Um exemplo de como a inovação tecnológica e a nova era dos serviços e aplicativos aproximam as pessoas e encorajam o exercício da livre escolha individual, um dos pilares do liberalismo.

Um exemplo de como a inovação tecnológica e a nova era dos serviços e aplicativos aproximam as pessoas e encorajam o exercício da livre escolha individual, um dos pilares do liberalismo.


Acuado pelas querelas dos discursos de esquerda, o significado da palavra "capitalismo" distorceu-se enormemente nas últimas décadas. Originariamente referente à uma condição pessoal (a quem possuía capital), foi alçado à caracterização de um sistema econômico por Marx e Engels (1) na segunda metade do século XIX. Esse sistema já havia sido exposto anteriormente por Adam Smith como um arranjo liberal onde a propriedade privada é a detentora dos meios de produção e da decisão dos investimentos, e o preço é calculado naturalmente pela oferta e pela demanda. E principalmente, é caracterizado pela livre decisão de escolha e negociação entre seus agentes.

O mundo, e particularmente a América Latina e os brasileiros, possuem uma dificuldade tamanha em entender os benefícios desse modelo. Recusam-se a aceitar que a busca pelo lucro e pelo interesse individual acaba colateralmente provendo melhorias a todas as pessoas. Foi assim na história. Apesar do século XX ter contaminado esse sistema econômico através da simbiose com o Estado, as melhorias e os avanços foram fantásticos. Aumento de produtividade agrícola (menos fome), avanço na medicina (mais saúde), inovações nos transportes (melhor locomoção) e o avanço nas telecomunicações (encurtando distâncias), além do progresso na informática e sua possibilidade infinita de trazer crescente satisfação aos usuários. Se você está aqui lendo esse texto, você também se beneficia das leis liberais do (verdadeiro) capitalismo.