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O perigo além do retrocesso econômico e ético do Brasil: o PT no poder

Os caminhos que se desvelam para o Brasil após a recondução do PT ao governo: o perigo além do retrocesso econômico e ético do país.

Os caminhos que se desvelam para o Brasil após a recondução do PT ao governo e a consolidação de seu poder: o perigo além do retrocesso econômico e ético do país.


Pelas regras "democráticas" vigentes no Brasil, a maioria que votou hoje para presidente condescendeu com a atual conjuntura do país. Alguns com o discurso de que os avanços no Brasil foram satisfatórios. Outros, votaram "contra" a oposição por medo de algum retrocesso, capitaneados pela ideia de que o governo anterior do PSDB foi um desastre. Vou fazer um comentário rápido sobre avaliação que faço do Brasil a partir de duas abordagens principais: a econômica, com todo o arcabouço social que o PT utiliza para manter-se no poder, e esse próprio poder, cujo projeto petista poucas pessoas conhecem ou endossam essa clara realidade e suas decorrências letais para a liberdade e para a ética.

Antes de tais comentários, declaro meu repúdio a qualquer pureza ideológica, qualquer pureza de pensamento que impediu a tomada de decisões ponderadas e racionais. A todos os libertários que mantiveram-se ausentes voluntariamente dos locais de votação nesse momento, meu repúdio principal. Vocês estão nas raias do fanatismo doente e verão a ideologia morrer na praia com mais 4 anos de poder do PT, embora tivessem uma chance de fazê-las florescer se votassem contra essa continuidade política. Para todos os mais de 35 milhões que se abstiveram voluntariamente, vocês perderam uma grande chance de evitar o empobrecimento do debate e da liberdade no país. Vocês também foram responsáveis por fornecer asas à cobra.

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O culto a um ex-presidente como um retrato da idiocracia no Brasil

Como o culto ao ex-presidente Lula, mito inexistente, prejudica a ética, a moral e os valores de uma sociedade vítima de uma idiocracia institucionalizada.

Como o culto ao mito do ex-presidente Lula e a construção de uma biografia falaciosa atenta contra a ética, a moral e os valores de uma sociedade vítima de uma idiocracia institucionalizada.


Há algum tempo escrevi um texto que considero um dos melhores desse blog (Idiocracia: uma sociedade medíocre), onde citei que o idiota é a pedra angular para a manutenção de um sistema de poder, e uma das formas que alimentam tal comportamento é o culto à personalidades, muito comum nos regimes ditatoriais. No Brasil, o maior exemplo que possuímos hoje é a reverência ao ex-presidente Lula, uma pessoa cuja ética e atitudes morais ficam ainda mais evidentes quando associadas a um ex-presidente da república e miseravelmente, uma das vozes mais influentes da nação. A maioria dos mitos, entretanto, sempre caem por terra e estamos, felizmente, passando por esse processo. Acredito nisso, independente dos resultados dessas eleições.

Lula representa o que de pior esse país produziu na política, mas o trabalho midiático realizado sobre sua pessoa cegou a população de tal maneira que muitos ainda considerarão tais palavras ditas nesse texto kafkanianas. Lula, a pessoa que não trabalha há 40 anos e vocifera contra uma elite da qual faz parte, é o anti-exemplo para tudo. De ignorar as instituições brasileiras como o STF e colocar-se acima delas. De fazer a apologia da ignorância e deixar claro que nunca estudou porque não quis e mesmo assim, foi presidente da república, dando um exemplo funesto a todos os jovens brasileiros. De fazer apologia à mentira, dita sem constrangimento quando era-lhe conveniente. Uma pessoa movida apenas por interesses pérfidos, e nunca por princípios e valores. Uma pessoa que já demonstrou publicamente o ódio à real democracia e de todos aqueles que arriscam criticá-lo, como a imprensa independente. Uma pessoa que considera uma vingança pessoal vencer uma eleição. E recentemente, o anti-exemplo na prática da mentira, da baixaria e do vale-tudo no processo de difamar a oposição.
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Brasil: união ou cisão? Preconceitos e discursos de ódio nas eleições

Os discursos de ódio e os preconceitos disseminados nessas eleições cindem o país e perdurarão por longo tempo na sociedade. Qual sua verdadeira fonte?

Os discursos de ódio e os preconceitos disseminados nessas eleições cindem o país e perdurarão por longo tempo na sociedade. Analisem sua verdadeira fonte e vejam como algumas potenciais vítimas estão rejeitando tais manifestações. 


O Brasil está cindido. Não pela divisão em si dos votos nessa eleição que promete ser disputadíssima, mas sim como uma consequência da guerra política. E justamente por isso, e independentemente dos resultados em 26 de outubro, essa cisão existirá por algum tempo, pois passaremos do sentimento de ansiedade e expectativa para uma divisão entre o grupo vitorioso e o grupo derrotado. Até onde essa divisão continuará alimentando essa guerra suja entre os pensamentos políticos? As ameaças estão claras, como comentou um dos maiores pelegos do Brasil, João Pedro Stédile nessa reportagem caso Aécio vença nas urnas. Não é de se estranhar que a constante campanha de ódio venha do partido que está no poder. Afinal, não foi o Lula que disse que a vitória na eleição para ele é uma vingança e a Dilma falou que pode fazer o diabo para ganhar a eleição? Por que o estranhamento então? O assunto tratado aqui é somente uma pequena parte do baixíssimo nível de sua campanha.

Um dos principais discursos da candidata petista é centrado na divisão do país em regiões e castas, apropriando-se imoralmente de características como cor de pele, de locais de nascimento e de orientações sexuais para seu proveito próprio. Posicionando-se como a paladina da "justiça social", como a única candidata que quer o bem para os "excluídos", cria uma guerra social inexistente. Como ocorreu meses atrás com o rolezinho já comentado aqui, apoderam-se de uma visão de exclusão racialista e classista no intuito de obter dividendos políticos. É vergonhoso, mas não é uma surpresa. Nos manuais de conquista do poder, a guerra de classes e a divisão da população é uma etapa necessária para tal finalidade. Como não conseguiram nenhum fato novo para explorar, sua elaboração foi acelerada pelos blogueiros chapa-branca financiados pelo governo.
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A exploração sentimental da mentira pela esquerda: emoção x razão

A exploração emocional dos mais carentes pela esquerda pelo discurso do medo, tornando debates racionais em mera apologia para a perpetuação da pobreza.
A desonestidade intelectual petista nas páginas do Facebook

Como a esquerda explora emocionalmente as pessoas mais carentes através do discurso do medo, transformando propostas e debates racionais em mera apologia à perpetuação da pobreza e da fome. 


Esta é uma época difícil de escrever algo e não fugir ao tema eleição. O segundo turno está e continuará tenso. Informações, ações e discursos dos candidatos pululam em todas as manchetes, as análises dos blogs que acompanho enfatizam as estratégias e o facebook mostra algumas hipocrisias que permeiam o debate. Infelizmente, são as hipocrisias que predominam, tendo como pano de fundo a disseminação e o intenso uso da emoção para vencer algo que deveria estar estabelecido em bases racionais. E infelizmente, tal tipo de discurso, associado sentimentalmente ao medo de alguma perda e à posterior responsabilização dessa perda ao seu oponente político, gera resultados muitas vezes positivos. Tática pura da esquerda.

Um dos maiores embustes na campanha do PT é a exploração intelectual do segmento economicamente mais desfavorável entre os brasileiros: aqueles que recebem o bolsa-família. Claro que excluo nessa consideração os milhares que mamam nessa teta sem ter o devido direito, mas sigamos. Usaram-no contra Marina no primeiro turno e agora repetem com o Aécio. O que vem a seguir não é a discussão sobre os prós e contras desse modelo, mas sim a exemplificação de como a exploração dos mais pobres, realizada pela esquerda e representada nesse momento pelo PT, é algo óbvio e mesmo assim, permanece obscuro para tantas pessoas. E não! Não estou falando das pessoas que não tem o acesso à informação que possuímos. Não estou falando das pessoas que estão lá nos sertões de nosso país ou das pessoas que não possuem condição intelectual para entender algo tão simples, tão evidente. Estou falando de estudantes universitários, de professores, de sociólogos, enfim, de pessoas que possuem sim, capacidade de discernimento.
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Eleições: uma análise ética e moral. Ou: a diferença entre PT e PSDB.

Eleições e uma análise para o voto sob uma perspectiva ética e moral - e não somente econômico-social. Esta é a maior diferença entre o PT e o PSDB.

Eleições e uma análise para o voto sob uma perspectiva ética e moral - e não somente econômico-social. Esta é a maior diferença entre o PT e o PSDB. Confira na parte final do artigo.


Esse não é um blog de política, embora em muitas postagens eu deixo transparecer claramente o que penso a respeito de diversos assuntos relacionados às decisões, práticas e estratégias praticadas por nossos representantes em Brasília. Mas em função de estarmos a três dias da eleição, optei por efetuar um pequeno comentário, racional e fundamentado, sobre nossas opções para a votação à presidente da república.

Analisando as últimas pesquisas de intenção de voto, fico perplexo como a população insiste em votar no PT. Tenho comentado em outros artigos que existem apenas duas opções para essas pessoas. Ou elas não sabem o que está acontecendo ou estão levando vantagem em alguma coisa e não querem perder seus privilégios. Não existe outra opção. Pelas redes sociais, vejo algumas postagens defendendo a candidata petista. Postagens de figurinhas, com frases primárias, mentirosas, que não esclarecem nem explicam nada. A análise é pífia, quando existe. Em geral são ataques aos demais candidatos ou comparações grotescas do governo PT com o anterior, do PSDB. Em geral feitas por pessoas com menos de 30 anos que não possuíam nem maioridade quando o PSDB saiu do governo. E claro, possuem uma ideia totalmente errada do que foi aquele período.