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Sensações em uma viagem de moto

Sensações em uma viagem de moto

Desfrutes e sensações de em uma viagem de moto, que só motociclistas entenderão.


O blog para por alguns dias em virtude de uma esticada motociclística de pouco mais de 2.500km de Campinas até Brasília, com passagem em algumas cidades de Goiás. Será a maior viagem de moto até então. Nesse processo de preparação, aprendi algumas técnicas de pilotagem, mecânica e elétrica básica (até um pouco além) para ser capaz de me defender melhor pelo caminho. A preparação e o planejamento tornam as realizações mais seguras e diminuem a probabilidade de imprevistos, de forma que possamos usufruí-las melhor. É uma lei universal. Compartilho agora alguns momentos e seus significados para os amantes (e futuros amantes) das viagens de motocicleta, adquiridos pela experiência e leituras diversas sobre esses momentos únicos. Viajar de moto é…

subsistir com restrição de bagagens e aceitar a insignificância das coisas materiais em nossa vida, cujo peso nos impede de perceber as nossas reais necessidades.

conhecer os riscos da exposição, acolhê-los e testemunhar a responsabilidade de suas escolhas.

consumir as estradas em uma visão de 360º do mundo, permitir essa imensidão alterar a nossa percepção da realidade e conceder a si próprio um compartilhamento mais íntimo da alma com o planeta.

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A diferença básica entre os pensamentos liberais e estatizantes

Como diria Bastiat, o que se vê e o que não se vê

A diferença fundamental do pensamento liberal e do pensamento estatizante e coletivista, baseia-se principalmente em relação à manifestação das oportunidades.


Essa imagem foi retirada do blog de Rodrigo Constantino, que também a havia recebido e a republicou com o texto abaixo. Acho que vale o reforço na republicação, pois ajuda a exemplificar bem o abismo que divide a essência dos pensamentos liberais com os pensamentos estatizantes e coletivistas. O primeiro luta para que todos tenham as mesmas oportunidades, e com isso, possam com seus próprios méritos, brilhar como indivíduo. O segundo, faz o jogo de cena de eternizar uma esperança que nunca chega, criando a contínua dependência necessária para se perpetuar no poder. O maior problema da aceitação do óbvio, é o fato de que a maioria não deseja possuir a responsabilidade para subir por si mesma a escada. E prefere o afável conforto da dependência, como em alguns pontos comentados na postagem Admirável mundo novo: até quando uma ficção?.

Alguns pensamentos para entender como o Estado converte essa dependência em dominação para procurar seus próprios propósitos, podem ser lidos na postagem sobre a ética tacanha de Robin Hood. Ao texto:
 
Essa imagem, que curiosamente foi postada por um esquerdista, mostra com exatidão como governa o PT.

O cidadão está no fundo do poço, mas o “intelectual” [ou o governante] não lhe dá a escada, o meio pelo qual ele possa galgar os degraus e subir, desde que faça algum esforço.
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Admirável mundo novo: até quando uma ficção?

Admiravel mundo novo - uma ficção - Aldous Huxley
Nós somos vocês amanhã?

Admirável mundo novo: a proximidade cada vez maior das ficções com o mundo real. Nosso destino se assemelhará à distopia de Aldous Huxley?


Um dos critérios de caracterizar um livro como “clássico” baseia-se no fato de suas ideias nunca envelhecerem. Admirável Mundo Novo, escrito por Aldous Huxley em 1932, é um deles. Suas mensagens mantém-se atuais, assim como outros clássicos de autores contemporâneos, como 1984, A Revolta de Atlas e A Revolução dos Bichos.

O livro narra uma sociedade planejada e construída para o bem coletivo. Uma sociedade que molda as pessoas desde antes de seu nascimento e por toda sua infância, com o objetivo de definir antecipadamente seus papéis internos determinados pelas suas castas sociais. Essa moldagem resulta em uma conformação mental generalizada de seus direitos e deveres, garantindo ao controle estatal a manutenção da ordem social, sem quaisquer ameaças de protestos. É um resultado clássico onde a personalidade não é própria, individual, mas uma personalidade representante de um coletivo.

Não há liberdade de pensamento. Não há estímulos para se pensar diferente. A ojeriza à literatura, disponibilizada apenas para determinadas castas, é construída através de condicionamento das crianças através de choques elétricos cada vez que tocam nos livros (lembra muito o proselitismo recente contra o hábito de leitura por um ex-presidente, uma de suas grandes contribuições para a atual idiocracia que vivemos). Um leve pensamento crítico, manifestado por um dos protagonistas, é motivo de chacota e ameaças concretas, assim como ocorre hoje nos casos de tentativa de censura e desqualificações sem argumentos promovidos pelo JEG*. A falta deste pensamento crítico na distopia de Huxley é uma das perdas da condição de humanidade dos cidadãos. O admirável mundo novo não seria tão admirável assim.
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Em época de eleição, os esquerdistas estão alucinados por um fato novo

Em ano de eleição, as abstrações esquerdistas estão apenas começando. Na ausência de algo positivo, fatos serão criados para desviar a atenção da população.
Os direitos humanos não são universais para essa senhora

Em ano de eleição, as abstrações esquerdistas estão apenas começando. Na ausência de algo positivo, fatos serão criados para desviar a atenção da população. A guerra de classes é o tema preferido.


Os esquerdistas (entendendo-se aqui como "coletivistas"), ao menos as alas mais radicais, estão em desespero. Não existe nada de substancial para apresentar de positivo para a população. Na economia, após 12 anos de governo PT, dados negativos imperam e a tendência é piorar. Para aflição ideológica, o executivo federal acelera as privatizações para tentar salvar uma parte do bolo. Na política, corrupção em todos os setores. Na inflação, o teto da meta já está ameaçado e mesmo a mentirosa taxa de desemprego está subindo. Na preparação da Copa do Mundo, superfaturamentos e atrasos. Estão alucinados para gerar algum fato novo e desviar a atenção das pessoas. Ano de eleição, né? Vem muito mais por aí...

Nesses últimos dias, o fato novo foi o “rolezinho”, tema de um post meu há alguns dias. Os esquerdistas deliravam com mais um motivo para dividir e disseminar o ódio entre a sociedade, divulgando uma tal guerra de classes e exacerbando a intolerância. Pois ontem saiu uma pesquisa no Datafolha que afirma que 82% dos paulistanos, moradores da cidade que mais concentra shoppings no país, são contra esse tipo de atitude. E pasmem!, os maiores percentuais estão entre as pessoas de escolaridade mais baixa e menor renda. A pesquisa apontou ainda que apenas uma minoria vê discriminação racial nos shoppings e não apoia a ação da polícia. Sim, quem gosta de “rolezinhos” são apenas os ricos intelectuais de esquerda. Os pobres mesmo, gostam de ordem.
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A formiga e a cigarra – a fábula de Esopo na versão brasileira

Adaptação brasileira da fábula da formiga e cigarra de Esopo, demonstrando a alteração dos valores e a inversão moral e ética da atualidade.
Com qual você mais se identifica?

Essa adaptação brasileira da fábula da formiga e cigarra de Esopo, demonstra a alteração dos valores e a inversão moral e ética da atualidade.


Recebi há tempos esse texto que desconheço a autoria. No documento original, a cigarra foi substituída por um gafanhoto. Desconheço o porquê, pois está certo que foi uma inspiração da versão original da fábula de Esopo, cujos personagens eram justamente uma cigarra e uma formiga. Preferi manter os personagens clássicos e apenas troquei o gafanhoto pela cigarra. Entretanto, apesar de algumas referências políticas e sociais estarem desatualizadas, eu preferi manter o texto original nesse caso, que resume bem a importância dos valores nesses tempos.

E não é difícil perceber que nada mudou. Continuamos com o desprezo pela meritocracia, com a glamourização do oportunismo, o desrespeito à propriedade privada, a irresponsabilidade da mídia, os roubos contra a justa riqueza, os "interesses sociais” escusos acima da justiça... Movidos principalmente pela inveja, tais atos revelam o tamanho da inversão moral e ética da atualidade. Veja o texto "A transferência de responsabilidades e a aplicação moral da nova ética" para mais comentários sobre o assunto. Vamos ao texto:

Versão Clássica

    Era uma vez uma formiga que trabalhava duro, de sol a sol, construindo sua toca e acumulando suprimentos para o longo inverno que se aproximava.

    A cigarra viu aquilo e pensou: - Que idiota!
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Quatro formas de gastar dinheiro, por Milton Friedman

As quatro formas de gastar dinheiro, propostas pelo Nobel Milton Friedman, mostram a contradição em confiar o dinheiro ao Estado para sua redistribuição.

As quatro formas de gastar dinheiro, propostas pelo Nobel Milton Friedman, mostram a contradição em confiar o dinheiro ao Estado para sua redistribuição.


Quando analisamos a eficácia e a eficiência de uma ação, seja individual ou política, percebemos que as motivações dessa ação são tomadas (ou deveriam) pelo seu custo-benefício. Quando porém, o benefício não é próprio, mais variáveis são acrescentadas na análise. Milton Friedman,  destacado economista da Escola de Chicago e vencedor de um prêmio Nobel, simplifica entretanto, de forma precisa as quatro formas de gastar um recurso:

1) A primeira é gastamos nosso dinheiro consigo próprio. Nesse caso, possuímos um incentivo para procurar algo de qualidade, porém avaliamos em como gastar o dinheiro de forma eficiente, avaliando o custo. É o modo natural de as empresas do setor privado usarem seus recursos e direcionarem suas operações buscando o lucro.

2) Outra maneira é gastar nosso dinheiro com outra pessoa — por exemplo, quando você compra algo para alguém. Nesse caso, certamente nos preocupamos com a quantidade de dinheiro que gastamos, mas se não temos uma ligação emocional com o beneficiado, estamos inconscientemente menos interessados na qualidade do produto.
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A apropriação do “rolezinho” como uma guerra de castas pela esquerda

A politização vergonhosa dos "rolezinhos" pela esquerda e a incitação à guerra de castas no Brasil.
O rolezinho incentivado e servindo à guerra de castas pela esquerda

A politização vergonhosa dos "rolezinhos" pela esquerda e a incitação à guerra de castas no Brasil.


Saiu hoje a seguinte manchete no Estadão: Dilma já usa ‘rolezinho' contra a oposição:

Em mais uma tentativa de se contrapor ao PSDB, o governo Dilma saiu em defesa dos jovens que promovem "rolezinhos" nos shoppings e tentou acusar os adversários de fazer discriminação social. Na avaliação do Palácio do Planalto, o apoio à manifestação não apenas serve de antídoto a possíveis atos de vandalismo como ajuda a aproximar a presidente Dilma Rousseff de jovens da periferia, nas redes sociais, neste ano de eleições.”

É vergonhosa e ridícula a forma como a esquerda se apropria de fatos para seu proveito próprio, politizando-os de forma a criar uma guerra social inexistente, seja de raças ou de classes, posicionando-se como paladinos da justiça a favor dos “excluídos”. Criam uma discriminação patética em locais onde todas as pessoas convivem de forma democrática e pacífica. Claramente uma visão de exclusão racialista e classista criada para obter dividendos políticos. Em um shopping center, todas as classes estão lá representadas, sem preconceito. Os pobres mesmo, estão se lixando para essa classificação. Eles querem e fazem parte desse mundo, mas são discriminados justamente por esses intelectuais de plantão, que ainda os olham como uma aberração antropológica, como mostra o artigo de André Assi, bacharel e mestrando em Filosofia:
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Fernando Pessoa e a lógica em sonhar com o bem comum

O dia em que Fernando Pessoa deu algumas dicas sobre sonhar como bem comum para os progressistas da esquerda, paladinos da justiça e bem estar social.

O dia em que Fernando Pessoa deu algumas dicas sobre "sonhar com o bem comum" para os progressistas da esquerda, supostos paladinos da justiça e bem estar social.


Alguns indivíduos têm um ideal. Ou um sonho. Maravilhoso ao seus olhos, estão dispostos a tudo para torná-lo realidade. Paladinos da justiça e do bem coletivo, importam-se pouco com os direitos individuais. Respeitam menos as opiniões divergentes. Nessa ânsia de mudança, a certeza de sua alma caridosa e do resultado de suas ações para o bem comum transpassam a tudo. Inclusive ao respeito à individualidade e direitos de cada pessoa. Os fins justificam seus meios.

Mas se esquecem que, “se as coisas fossem como tu queres, seriam só como tu queres”, como dizia Alberto Caieiro, que nos dá uma lição de resistência à patrulha dos politicamente corretos, à patrulha apocalíptica, à patrulha da guerra das classes, à patrulha das minorias… enfim, aos “progressistas” de plantão, que dia após dia, nos dizem como ser boas pessoas. Ou bons cachorrinhos amestrados.


“Falas de Civilização, e de não Dever Ser

Falas de civilização, e de não dever ser,
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Porte de armas: legalização versus desarmamento

Argumentos contra a política do desarmamento, mostrando as vantagens da legalização do porte de armas no combate aos crimes e assassinatos.
O desarmamento é bom para os bandidos e...

A legalização e facilitação no porte de armas atua como um agente de combate ao crime e aos assassinatos, diferentemente do que nos fazem crer os entusiastas da política do desarmamento.


Existem duas formas de justificar a facilitação e legalização do porte de armas aos cidadãos. Uma envolve o valor moral da permissão ao direito natural de defesa de cada indivíduo. Um direito natural que equilibra ambos os lados antagônicos. Um direito natural que faz com que os mais fracos não sejam agredidos pelos mais fortes. O porte de armas nivela as condições de ambos os lados, desautorizando o uso da força pelo mais poderoso. Essa é a melhor argumentação, mas nem por isso facilmente aceita pelo senso comum. Muitas vezes precisamos utilizar uma argumentação utilitarista para buscarmos apoio a um pensamento. E ela será predominante nesse texto, o que não significa que ela seja melhor do que a contida nesse parágrafo.

O argumento preferido da maioria dos defensores do porte de armas usa números de pesquisas que comprovam a menor taxa de criminalidade e assassinatos em países onde o porte e acesso às armas de fogo é facilitado. É um dado poderoso para tomarmos uma posição no assunto. Entre dezenas de estudos encontrados na internet, destaco um do jornal britânico The Guardian e outro encomendado pela própria Casa Branca, com resultados diferentes aos esperados pelo presidente democrata. Mas mesmo remando contra as estatísticas, grande parte da população entende que o desarmamento é o objetivo e que as armas devem ser proibidas. É uma inversão de lógica probabilística muito comum, mesmo quando apontada a inexistência de causalidades diretas. Mas lógicas matemáticas e causalidades diretas são assuntos para discussão em outro artigo… Aqui meu argumento será ainda mais profundo, sem a citação de tais estatísticas que por si só, poderiam encerrar o assunto para muitas pessoas.
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Alocação de Ativos: o melhor método para gerenciar seu dinheiro

Alocação de Ativos: porque a alocação de ativos é o melhor método de investimento para gerenciar e crescer organicamente seu dinheiro com segurança, preservando seu patrimônio.Alocação de Ativos é a melhor forma para fazer seus investimentos crescerem de forma orgânica e com segurança.



Quando questionado por amigos sobre a melhor alternativa para investir seu dinheiro, primeiro pergunto algo que considero fundamental: “Você tem um fluxo de caixa positivo regular?”. Ou, sobra dinheiro em seu orçamento de forma estável? Se você ainda não tem um orçamento, volte duas casas e faça um, pois ele é fundamental para termos segurança em investir, posteriormente, as sobras. Conhecendo sua estrutura de receitas e despesas, fica mais fácil a definição do seu potencial para investimento. Assim, se você tem um orçamento mas ainda não atingiu um fluxo positivo com regularidade, esse é o seu próximo passo.

Porém, se você já preenche ambas condições, e a se a intenção desse excedente é o investimento (e não o consumo imediato de bens e serviços), aí estamos na mesma casa do tabuleiro e podemos partir para a discussão. O ponto principal é que não existe uma resposta direta de ONDE investir seu dinheiro. Depende de momentos da conjuntura, dos riscos envolvidos, do montante a ser aplicado… enfim… eu prefiro responder a seguinte pergunta: “Qual é o melhor MÉTODO para investir o seu dinheiro?”.

Nesse ponto, por experiência própria, fico à vontade para recomendar a Alocação de Ativos. Um método seguro, onde você não criará fortunas de um dia para o outro e nem renderá assuntos aos amigos em rodas de bar, mas, como numa Viagem Lenta, fará com que seu patrimônio seja preservado e cresça organicamente. Nele, você usa a razão para investir bem, deixando a emoção para as melhores coisas da vida e não para decidir o destino do seu dinheiro e de sua futura liberdade. Para comentar sobre alocação de ativos aqui nesse blog eu não vou inventar a roda, uma vez que já existem dezenas de ótimos sites por aí.
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Poder político: menos corrupção e mais Estado é uma grande confusão mental

O aumento do poder político: por que lutar contra a corrupção e a favor de políticas sociais (e mais Estado) é um contra-senso?
A grande sanguessuga ao entardecer

O poder político  e o consequente aumento do Estado e corrupção aumentam proporcionalmente quando você demanda mais políticas sociais.


Uma das maiores contradições que observo atualmente é o ataque à corrupção pelas mesmas pessoas que defendem o aumento do Estado, através de mais benefícios sociais e (claro) mais impostos. Longe de perceberem a natureza corruptível do Estado, defendem ardorosamente bandeiras cujo resultado mais óbvio é a ampliação do poder dos burocratas, deixando-nos ainda mais susceptíveis ao abuso deste poder. A corrupção é portanto, um efeito de um problema maior, de um poder que não deveria existir no Estado e não uma causa dos males de nosso país.

Escrevi um tempo atrás no Facebook, na época da discussão dos embargos infringentes e a postergação do julgamento dos mensaleiros pelo STF:

“O problema não é aquele ou esse juiz. O problema é o SISTEMA.
Muda-se o sistema diminuindo o PODER POLÍTICO dos burocratas.
Diminui-se o poder quando clamamos por MENOS Estado.
As pessoas que lutam por MAIS estado e MENOS corrupção têm uma grande confusão mental para resolver.”

Uma das obras primas da literatura mundial é a Revolta de Atlas (Atlas Shrugged) de Ayn Rand, notável por mostrar, através de uma novela de ação e romance, o porquê do perigo de concentrar poder nas mãos do Estado e dos empresários-parasitas. Segue um trecho onde ela comenta sobre os burocratas, verdadeiros criminosos legitimados pela sociedade:
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Liberdades restritas através das intenções e práticas do Estado

Exemplos da redução gradual de nossas liberdades, restritas e impostas pelo estado em sua tática da tomada total do poder pela Revolução Gramsciana.

Contradições e incoerências

Como ter ciência se a sua liberdade não está sendo tolhida nesse ambiente cada vez mais inóspito em nosso Estado babá?


A história se repete. Mudam-se apenas as máscaras, os filtros. Nos anos de ascensão nazista, Martin Niemöller escreveu:

"Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram. Já não havia mais ninguém para reclamar."

Mais tarde, Eduardo Alves da Costa, generalizou:

"[...] Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo o nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada. [...]"

O Estado sonhado pela esquerda, travestido com a roupagem da democracia, é semelhante a essa gradual perda de liberdade e oculta o real objetivo da Revolução Cultural Gramsciana que se amalgamou na nossa sociedade desde a década de 70 do século passado, iniciando-se no meio universitário.
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Viagem Lenta - 2014

Novos objetivos do blog como meio de lembrança, reflexão, e auxílio para aventureiros que prezam sua liberdade, tanto em viagens físicas como nos comportamentos do dia a dia.

Novos objetivos do blog como meio de lembrança, reflexão, e auxílio para aventureiros que prezam sua liberdade, tanto em viagens físicas, mas também no dia a dia.


Acrescentei o seguinte texto na aba “O blog”, enfatizando o porquê da inclusão de novos temas por aqui:

“Após a viagem que deu origem ao blog, fiquei alguns meses afastado das postagens. Concorrendo com minhas atividades diárias existia um desejo de compartilhar pensamentos, bons textos, recomendações de livros, etc, mesmo não ligados às viagens em si. Não me apetecia, entretanto, criar outro blog e drenar tempo com duas administrações. Até por não possuir ambições comerciais, incorporei que, apesar de aparentemente misturar alguns temas, aqui é meu espaço, e o objetivo maior é guardar ideias e comentários aos quais atribuo significância e qualidade. Se gerar discussões por quem se interessa, melhor ainda. Caso contrário, nada será perdido, pois acredito ser o local mais seguro para armazená-los, uma vez que posso fazer backup periódico e não está sujeito ao vai e vem das redes sociais, onde a necessidade para rever uma postagem antiga demanda um esforço tremendo. Algo bem mais simples na plataforma do Blogger.

Acredito que o blog não se tornará um Frankstein, entretanto. O tema "Viagens" pode ter significados mais amplos. Eu explorei um desses significados na postagem "Investimento: uma viagem lenta?", mostrando que investir financeiramente, visando sua liberdade, também é uma viagem lenta, onde ponderar o presente e o futuro é essencial. E manter esta liberdade, infelizmente, está se tornando difícil no mundo em que vivemos. Na surdina, leis e regulamentações criadas em uma frequência crescente pelo Estado têm impedido de sermos nós mesmos, de alcançar a plenitude de nosso próprio conhecimento e auto-estima, ao mesmo tempo que retira grande parcela de nossa responsabilidade na construção de nosso destino. Assim, não é à toa que foram criados dois novos temas no menu horizontal abaixo do cabeçalho do blog: Liberdade e Investimentos, onde farei um link para cada post.