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Brasil: união ou cisão? Preconceitos e discursos de ódio nas eleições

Os discursos de ódio e os preconceitos disseminados nessas eleições cindem o país e perdurarão por longo tempo na sociedade. Qual sua verdadeira fonte?

Os discursos de ódio e os preconceitos disseminados nessas eleições cindem o país e perdurarão por longo tempo na sociedade. Analisem sua verdadeira fonte e vejam como algumas potenciais vítimas estão rejeitando tais manifestações. 


O Brasil está cindido. Não pela divisão em si dos votos nessa eleição que promete ser disputadíssima, mas sim como uma consequência da guerra política. E justamente por isso, e independentemente dos resultados em 26 de outubro, essa cisão existirá por algum tempo, pois passaremos do sentimento de ansiedade e expectativa para uma divisão entre o grupo vitorioso e o grupo derrotado. Até onde essa divisão continuará alimentando essa guerra suja entre os pensamentos políticos? As ameaças estão claras, como comentou um dos maiores pelegos do Brasil, João Pedro Stédile nessa reportagem caso Aécio vença nas urnas. Não é de se estranhar que a constante campanha de ódio venha do partido que está no poder. Afinal, não foi o Lula que disse que a vitória na eleição para ele é uma vingança e a Dilma falou que pode fazer o diabo para ganhar a eleição? Por que o estranhamento então? O assunto tratado aqui é somente uma pequena parte do baixíssimo nível de sua campanha.

Um dos principais discursos da candidata petista é centrado na divisão do país em regiões e castas, apropriando-se imoralmente de características como cor de pele, de locais de nascimento e de orientações sexuais para seu proveito próprio. Posicionando-se como a paladina da "justiça social", como a única candidata que quer o bem para os "excluídos", cria uma guerra social inexistente. Como ocorreu meses atrás com o rolezinho já comentado aqui, apoderam-se de uma visão de exclusão racialista e classista no intuito de obter dividendos políticos. É vergonhoso, mas não é uma surpresa. Nos manuais de conquista do poder, a guerra de classes e a divisão da população é uma etapa necessária para tal finalidade. Como não conseguiram nenhum fato novo para explorar, sua elaboração foi acelerada pelos blogueiros chapa-branca financiados pelo governo.

Porém, o ônus dessa divisão está sendo atribuído ao partido da oposição através de táticas sujas e vergonhosas, como a criação de perfis fakes nas redes sociais onde associam-se as palavras de ódio a uma manifestação do típico eleitor de oposição. Criados por ativistas digitais que recebem um soldo do governo para tal, eles não têm limites no jogo sujo. Seu combustível principal é justamente a propagação do ódio atribuindo-o aos seus adversários. Um dos memes mais utilizados que existe entre os eleitores da oposição, é o preconceito contra os nordestinos, ignorando que quem disse a frase "A Dilma não é nenhuma nordestina. A Dilma é uma mulher bem formada" não foi ninguém mais do que o Lula, papa da máfia petista. Mas uma parte da sociedade, justamente a que está do lado dito discriminado pelo governo, começa a não aceitar esse jogo ideológico, como alguns nordestinos que já não se submetem mais a essa divisão de classes e a vitimização que o PT atribui à região, e são cada vez mais presentes na internet. Vejam o vídeo de Félix Rodrigues:


Vejam também um vídeo curto e bem humorado no Facebook feito por Cicero Luthier, que reflete o depoimento de um nordestino que não aceita esse jogo político de dividir o Brasil geograficamente. Diz ele: "não soma nada, jogar um brasileiro contra o outro, jogar um gay contra o hétero, jogar o negro contra o pardo..."

Falando em orientações sexuais, recentemente tivemos um vídeo de um homossexual muito visto no Youtube que trata das divisões de classe, de família e se sente excluído por essa legislação que separa cada vez mais as pessoas. Assistam se ainda não tiveram a oportunidade:


Até os transsexuais estão se manifestando contra as aberrações das leis impostas pelo governo como o Decreto 8.243:



Novamente, e meio a contragosto, dedico mais um artigo às eleições. Mas insisto que é importante disseminar de que também é altamente necessário desconstruir ideias, mesmo com todos os problemas graves que o Brasil possui e que demandam muito mais  a construção de ideias. E continuarei repetindo que esse jogo ideológico pode ser decisivo para o futuro do país que queremos legar aos nossos filhos e netos. Muitas vezes, é necessário dar um passo atrás, desconstruindo modelos, para dar dois à frente no futuro. O terrorismo e o discurso de ódio da esquerda precisa ser contido. Veja nos links abaixo mais argumentos e pensamentos para que façamos a escolha correta nesse segundo turno.

Porque não votar no PT é uma escolha moral: Eleições: uma análise ética e moral. Ou: a diferença entre o PT e o PSDB.

Porque manter o PT no poder é um perigo para a liberdade:  Esse ano vote no PT e conquiste uma Venezuela só para você.


Mais artigos sobre eleições, política e Estado aqui.



Comentários

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