Minha biografia e os 5 elementos que compõem a inteligência financeira

Minha história pessoal, independência e liberdade financeira e os 5 principais pilares que compõem a base da inteligência financeira que aprendi até agora.
Inteligência financeira é também conhecer as armadilhas do desejo e...

Nesse texto, escrevo sobre minha história pessoal antes de alcançar a independência financeira. 

E como os erros e acertos que cometi me habilitaram a apontar aqui os cinco principais elementos que compõem a base da inteligência financeira.


Já faz quase 18 anos que comecei a interessar-me pelo mercado financeiro. Em geral, começamos a nos interessar sobre o assunto a partir do momento em que o dinheiro começa a sobrar em nossa conta corrente. Comigo não foi diferente.

Naquele longínquo ano de 2000, eu trabalhava no Rio de Janeiro e fazia um MBA noturno em Administração e Gestão de Negócios na FGV em Botafogo. Uma certa noite, perguntei a um professor de economia quais seriam as melhores aplicações financeiras para investir alguns montantes mensais. Acredito que você também já deve ter feito essa pergunta a alguém...

Sabe como o professor respondeu? Com uma outra pergunta: “- Quando você pretende ser livre?”




Não assimilei bem o que ele quis dizer na ocasião; afinal, eu era livre, oras! Ninguém me coagia a nada e eu fazia o que bem entendesse. Mas, no desenrolar da conversa, percebi que existem diferentes noções de liberdade. E, entre elas, a liberdade financeira é determinante para que desfrutemos plenamente as demais.

Hoje esse blog esclarece em muitos textos que essa liberdade, longe de possuir qualquer relação direta com o dinheiro, define-se na autoridade que você possui perante seu tempo. Ou ainda, o quanto você está, de fato, no controle de sua própria vida. Naquela época, eu, dependente de um emprego, não tinha alguma possibilidade de gerenciar o meu tempo de forma soberana, e assim, pontuava contra essa liberdade.

Enfim, a ficha começou a cair e as atitudes começaram a mudar. Veja se não está na hora de você fazer o mesmo.

Início da história, um padrão brasileiro: aplicando na poupança


Minha história pessoal, independência e liberdade financeira e os 5 principais pilares que compõem a base da inteligência financeira que aprendi até agora.
Aceitei as duas leituras que o professor sugeriu para aprofundar-me no assunto de liberdade financeira. Uma delas é o conhecido Pai Rico, Pai Pobre. O autor do livro até pode ter feito posteriormente um marketing excessivo (e até nocivo) com o seu sucesso. Mas não podemos deixar de reconhecer o mérito do livro em desenvolver a ideia de sermos donos de nossas próprias vidas, na redefinição dos conceitos de ativos e passivos, entre outros. Para ver uma sinopse e adquiri-lo, clique na capa.

Sua outra sugestão foi um livro cuja tiragem esgotou-se há tempos e a editora não fez novas republicações. Trata-se de "Seu Futuro Financeiro", de Louis Frankenberg. O livro foi fundamental para eu entender o poder dos juros compostos, relacionando variáveis como valor de montante, juros e principalmente, o tempo. O livro pode ser comprado de segunda mão e sua sinopse, acessada através da figura abaixo.

Na época, eu já estava com quase 30 anos e fiquei meio decepcionado de não ter começado a pensar dessa forma algum tempo atrás. Mas segui em frente pensando no que tinha ainda para alcançar, e não no que tinha ficado para trás. Aprendi muito com leituras subsequentes, sejam livros ou excelentes materiais na Internet, que foram fundamentais para ampliar a sabedoria e inteligência financeira.

Minha história pessoal, independência e liberdade financeira e os 5 principais pilares que compõem a base da inteligência financeira que aprendi até agora.Um dos maiores ensinamentos nessas leituras é que, antes de pensarmos em investir, precisamos criar um orçamento e acompanhá-lo através de um fluxo de caixa. Sem resultados financeiros positivos e regulares, não teremos a matéria-prima que necessitamos para conquistar nossa independência financeira. Isso é o essencial no início dessa jornada.

Na época, eu já tinha algum controle sobre orçamento. Usava o Microsoft Money para gerenciá-lo, mas estava mais preocupado em fazer o dinheiro sobrar no final do mês do que propriamente investir em algo. Se você está nesse estágio atualmente, leia "O essencial do orçamento e fluxo de caixa" e acesse a planilha eletrônica que aperfeiçoei durante todos esses anos. Uso-a até hoje para meu controle.

Sob outra perspectiva e com mais dinheiro entrando na conta corrente, comecei a otimizar mais as despesas e prever aportes futuros para investimentos. Iniciei entretanto como a maioria: aportando na poupança. Afinal, ela era a única aplicação onde eu possuía alguma intimidade: cheguei a aplicar no início da década de 90 alguns trocados da minha bolsa de iniciação científica no Banco Nacional. Mas que, faltando-me educação financeira, evaporou-se bem rápido...

Investir em poupança, mesmo no início do século, não foi exatamente uma atitude de perfil conservador. Na época não existia a facilidade hoje encontrada através da internet. O Tesouro Direto só iniciaria precariamente suas atividades dois anos depois. Home-brokers para comprar ações estavam em seu início, disponível a poucos. No entanto, estava fazendo o meu melhor no momento: antevendo metas através de um bom planejamento de aplicações em poupança, verificando constantemente seu aprimoramento e sustentabilidade.

Depois da poupança, os fundos de investimentos


Na jornada para a inteligência financeira, o próximo passo foi natural: fundos de investimentos bancários. Mas já com um cuidado adicional: comecei a procurar aqueles que tinham uma menor taxa administração. Já estava assimilado em meu pensamento que manter a prática de custos baixos em seus investimentos, será um diferencial importante no futuro.

Quem investia em fundos do Bradesco naquela época lembrará dos nomes Topázio, Safira e outras pedras preciosas: era assim que o banco denominava seus produtos. Menos pessoas, entretanto, recordam das altíssimas taxas de administração praticadas, que poderiam chegar a 3% ou 4% ao ano em fundos de renda fixa.

Os fundos com taxas de administração mais baixas (1 a 2% anuais) exigiam um capital maior de investimento que eu ainda não possuía. Por algum tempo, mantive-me em constante expectativa em alcançar um montante acima do valor mínimo para aplicar em um fundo mais top, com uma taxa menos abusiva.

Esse período foi interessante para aprender que sempre é possível negociar com seu agente financeiro. Como já conhecia os efeitos da tabela regressiva do Imposto de Renda, incomodava-me não ter atingido a alíquota mínima para realizar a migração para um fundo melhor e assim, pagar uma taxa de administração menor. Minha gerente, entretanto, após alguma insistência, validou o meu passe para fundos melhores não pelo valor mínimo que poderia disponibilizar no momento, mas sim em função do total aplicado no banco.

Assim, quando atingia um certo montante em um fundo, poderia iniciar a aplicação para outro com apenas meu aporte mensal. E quando os valores do fundo anterior chegassem à alíquota mínima de IR, faria a transferência total. Talvez ser um dos primeiros clientes do Bradesco Prime, em 2002, ajudou-me a conquistar esse privilégio... E assim segui por mais alguns anos...

O mercado de ações - fundos e corretora de valores, e o Tesouro Direto


Aparentemente seguro na renda fixa, estudava o mercado de ações. Meu début na renda variável foi, também, através de fundo bancário. Naquela época ainda eram poucas corretoras que ofereciam home-broker, além de que eu possuía uma notória falta de experiência. Optei assim, por manter minhas economias junto ao Bradesco, apesar de ciente em relação às absurdas taxas de administração.

Comecei a balancear o dinheiro nessas duas classes de ativos e a ler muito. Na época, eu estudei (um pouco) e trabalhei (muito pouco) na Alemanha em função de um curso pela empresa, e tive, principalmente naqueles invernos terríveis, um grande tempo livre. Durante esse ano, consumi muitos livros e logo depois quando voltei ao Brasil, um fórum no Orkut chamado “O Investidor Agressivo” começou a chamar minha atenção. Aprendi muito com os já investidores nesse site e comecei a entender mais sobre a estratégia de Alocação de Ativos, que comento adiante.


Já morando no Maranhão, perto da fronteira do Piauí, fiz uma especialização na FGV de Teresina em Gestão Financeira, mas, infelizmente, foi dinheiro jogado fora. Meu autodidatismo já fornecia conhecimentos muito além do que aqueles que os professores passavam. Eu, entretanto, ainda não aprenderia que salas de aula não são muito eficazes para mim. Passaria ainda por outra provação no futuro, em outra área.

Quando tomei coragem, isso já nos idos de 2006, fiz cadastro na corretora Título (que originou, após uma divisão interna, a Easynvest atual) e definitivamente percebi que os bancos, suas tarifas e taxas proporcionavam à nossa vida financeira um notável atraso na acumulação de patrimônio. As taxas na corretora, sejam de ordens ou custódia, eram muito menores do que as taxas de administração dos fundos de ações do Bradesco. Compreendi que era um erro usar o gerente de banco como uma espécie de consultor financeiro.

Comecei assim a migrar, aos poucos, o dinheiro mantido no banco e a comprar minhas próprias ações e títulos públicos do Tesouro Direto, que já despontava como alternativa. Esse passo exigiu de mim uma maior responsabilidade, o que foi determinante para poder caminhar de forma independente nessa seara: a liberdade real é uma consequência direta da responsabilidade. E comecei um novo planejamento: o dia em que eu largaria o meu emprego para viver dos meus rendimentos. Montei a planilha de Plano Patrimonial que ofereço no post "Quando gastar mais dinheiro e usufruir de sua independência financeira" e fui, ano a ano, ajustando minhas metas.

Diversificação em ativos e o crash de 2008


Já entendendo bem do mercado financeiro e acompanhando debates entre pessoas inteligentes pela web, comecei a aplicar em ativos vinculados ao valor do dólar e ao ouro. Essa atitude me ajudou a não ir à (quase) falência em 2008 com o crash nas bolsas. O ouro e principalmente o dólar amorteceram a queda. Mas claro que perdi muito, afinal eu tinha pouco mais do que 50% do meu patrimônio alocado em renda variável.

Quando as coisas parecem sempre dar certo, avaliamos mal o poder que (não) temos. Mas nada como um primeiro grande tombo para nos darmos conta disso.  Afinal, sempre nos achamos poderosos antes de levarmos o primeiro tombo. Esse crash foi essencial para amadurecimento pessoal. Antes dele, eu acreditava que a independência financeira estava logo ali, mas ele nos fez repensar muito em relação à margem de segurança. Felizmente houve uma recuperação relativamente rápida dos ativos e coloquei em prática uma maior diversificação para dirimir os riscos.

Mais diversificação: o mercado de opções, índices futuros e fundos imobiliários


Em 2009, após mais de dois anos estudando o mercado de opções e índices futuros, comecei a incorporá-los nas minhas estratégias da carteira de investimentos. Aprendi na prática, como ganhar com renda variável nos períodos de baixa. Essa estratégia foi de grande suporte na tentativa de se fazer algum dinheiro, visto à falta de perspectiva de crescimento que o governo petista legou ao país.

Alguns meses depois, no início de 2010, pedi demissão do meu emprego que já durava mais de 12 anos, e vendi meu imóvel em Itu em 2012, com um bom lucro. Ao invés de comprar outro, preferi aplicar o dinheiro da venda em fundos imobiliários. Já vinha estudando esses ativos, e alguns papéis pareceram-me vantajosos em função de valorização, renda passiva e liquidez. Vendi posteriormente parte deles após uma alta valorização e comecei a recomprá-los no final de 2016 e 2017.
Com os fundos imobiliários, eu completei os quatro pilares que até hoje utilizo na minha estratégia de Alocação de Ativos para a carteira de investimentos. Se quiser saber mais sobre esse método, acesse a postagem "A Alocação de Ativos ao alcance de todos".
E até agora, essa carteira tem sido mais que suficiente para eu desfrutar da liberdade de não possuir um empregador, ou ainda, ser dono de meu tempo. Apesar de essa liberdade estar ao alcance da maioria, infelizmente essa mesma maioria acredita que é impossível alcançá-la. Independentemente do que pensa sobre essa possibilidade, veja abaixo os principais pontos que aprendi nessa jornada. Podem ser úteis a você.

E o que compõe, afinal, a inteligência financeira?


Nessa mini-história financeira da minha vida, o objetivo foi mostrar que toda sabedoria provém de uma construção ao longo do tempo, com erros e acertos. Não existem mágicas e caminhos fáceis. Os conhecimentos são na maioria das vezes aprendidos por nós mesmos, não através de conselhos diretos de terceiros. Mesmo assim, arrisco-me a dividir os cinco itens principais que compõem o conceito da inteligência financeira, na minha compreensão.

Minha história pessoal, independência e liberdade financeira e os 5 principais pilares que compõem a base da inteligência financeira que aprendi até agora.
... deixar claro sempre quem é o dono de quem
1) Responsabilidade e individualidade

O mundo dos investimentos é um processo que envolve muito auto-conhecimento e auto-controle. Envolve ciência de que é você está no comando e somente você, como indivíduo, pode tomar as decisões de seus atos.  É abraçar a responsabilidade pelos seus erros e acertos. E principalmente, usar essa responsabilidade e individualidade para alcançar um objetivo claro, determinado por você mesmo. Como dizia o coelho no filme da Alice: “Se você não sabe que caminho seguir, qualquer estrada serve”.

Tenha pró-atividade no sucesso e no fracasso: conviveremos com ambos dia após dia. E não existirão responsáveis além da pessoa que você vê no espelho. Não aprendemos com os erros em si, mas sim com a determinação de procurar as causas e corrigir esses erros. Se insistir em semear as mesmas práticas, vai obter sempre a mesma colheita.
A definição de seu padrão de consumo está diretamente ligado à essas ideias. É muito mais fácil ser financeiramente livre, ser dono de seu tempo, se você entender o que é, de fato, prazer em nossa vida e não ser movido pela vergonha imposta pela sociedade. Leia mais no artigo "Quando a vergonha ofusca o real prazer e lesa sua independência financeira". 

2) Praticar e aplicar a teoria. Mas opere pequeno


Conhecimento sem ação é desperdício. Nós apenas saberemos algo completamente quando formos aptos a ensinar e debater o assunto com outras pessoas. E para chegarmos nesse estágio, precisamos colocar em prática o que aprendemos: vá rapidamente para a ação, não fique apenas avaliando alternativas, aprofundando teorias e pensando nas consequências.

Entretanto, opere pequenos valores. Operar pequeno faz com que você acerte, erre, avalie e corrija seus erros. Sem grandes perdas e sem grandes traumas. Assim, você sempre terá capital e disposição para recomeçar. Tal atitude aplica-se também para pessoas com mais vivência no mercado financeiro quando estão estudando um novo tipo de investimento. Vou procurar a começar a entender sobre bitcoins agora...

3) Não existem atalhos. Não existe almoço grátis


A sabedoria é uma consequência das práticas e conhecimentos absorvidos durante um período e é fundamental para apontar quais as decisões com maior probabilidade de sucesso. A inteligência financeira é algo muito além do que estar atento às informações e dicas de corretoras ou gurus do mercado financeiro. É realmente entender as forças que movem o mercado e compreender as consequências de suas ações.

Não existe almoço grátis. Fuja de qualquer anúncio do tipo “Enriqueça rapidamente”. Isso não existe dentro das probabilidades comuns. É como desejar entrar em forma física rapidamente, seja ultrapassando os limites do corpo ou drogando-se: você não permitirá as adaptações fisiológicas necessárias para as próximas etapas. E uma hora ou outra, voltará várias casas nesse tabuleiro.

Pense sempre em longo prazo. Reconheça o poder dos juros compostos. Se deseja algo para curto prazo, procure um cassino ou uma loteria da Caixa.

4) Você precisa ter (ou desenvolver) uma mente racional e pensar matematicamente


Para alcançar a inteligência e independência financeira é necessário possuir alguns conceitos matemáticos. Nada muito complicado, mas uma base, infelizmente para algumas pessoas, é fundamental.

Você não precisa ter sucesso em todas suas operações de mercado. Mas sim alcançar um resultado positivo na maioria de suas decisões, maximizando-o ao máximo. Nas decisões erradas, saber avaliar corretamente o momento de sair da operação com base em suas estratégias. A médio e longo prazo, o quanto você ganha nas ações de sucesso e o quanto você perde nas ações de fracasso, farão toda a diferença.

Saber avaliar probabilidades também é essencial. Uma alta probabilidade de obter um alto ganho é algo bem difícil de ocorrer. Em geral, operamos com altas probabilidades de ganhos menores e baixas probabilidades de ganhos maiores. Pense em um seguro como o dólar, por exemplo, tendo em sua carteira de investimentos alguns poucos ativos onde é provável que você perca pouco e não tão provável, mas possível, que você ganhe muito.

Por último, pense sempre no ganho líquido. Você nunca colocará no bolso o ganho bruto. Saiba calcular o desconto de impostos, taxas e corretagens. Veja como "Investir com segurança e analise os riscos que você pode controlar".

5) Diversifique. Tenha uma carteira de investimentos com uma alocação correta de ativos


Não dê muita importância àquele pensamento atribuído a Warren Buffett  que a diversificação é para quem não sabe o que está fazendo. Afinal, essa ideia é muito deturpada e, além disso, nós não somos Warren Buffett. Nós não temos informações privilegiadas. Mantenha uma carteira de investimentos com correlação negativa (com tendências de quedas e crescimentos opostas). Isso ajudará a você evitar grandes perdas no futuro. Se ainda não abriu uma nova página de leitura no link anterior sobre a estratégia de alocação de ativos, sugiro que o faça agora. Explico em detalhes como funciona.


Enfim, a conquista de algo sólido é construída passo a passo, como uma viagem lentano intuito de desfrutar posteriormente a liberdade financeira. E algumas vezes, é inevitável voltar dois passos para possibilitar um posterior avanço. Não é um caminho retilíneo. A construção da sabedoria está firmemente enraizada nessa ideia da estrada, isso é, passa por apreciarmos a viagem, e não o destino.

Viver o presente faz parte da construção do futuro. Equilíbrio é fundamental. E para quem segue esse blog há algum tempo, sabe quais são os ensinamentos da raposa e do Pequeno Príncipe para aprecisar da melhor forma essa viagem. Se não sabe, veja aqui em "Sonhos, liberdade financeira e as lições da raposa e do Pequeno Príncipe".



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Esse artigo foi escrito inicialmente em 2014 e atualizado em 2017

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Você é conservador mas pensa em ser um pouco mais agressivo em sua carteira de investimentos?   "O que é melhor para seus investimentos: renda fixa ou renda variável?"

Veja mais artigos sobre liberdade financeira nessa página
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Comentários

  1. Muito bom ...pena que não tive esse conhecimento anos atrás!!!!

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  2. André, eu acrescentaria um sexto: não ser levado por essa onda cada vez mais insana de consumo, pois isso fará mal para a sua felicidade e para as suas finanças. Está relacionado levemente com o item 1. Conheça-se, veja o que realmente de traz prazer (afinal não há nenhum mal em consumir) e foque os seus gastos para essas coisas.
    É muito mais fácil atingir a Independência Financeira precisando de 5 mil por mês para viver bem, do que ter uma vida que "necessite" 10 mil por mês.

    Abraço!

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    1. Concordo com a ideia Soul! De fato, acho que poderíamos considerá-la no primeiro item. A frase de Alice pode ser entendida como um objetivo. E dentro do seu objetivo, está incluído seu comportamento de consumo, cujo comércio vende a vergonha de não possuir algo e mantém as pessoas presas nesse círculo vicioso. Abraço!

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  3. André, ta tudo otimo, só quero saber uma coisa, se eu começar com os 50 real que tá sobrando, quanto tempo levo p ter minha liberdade? Abração!!!, e se demorar muito p me dar uma alternativa, vou gastar tudo em itaipava!

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    1. Putz, demorei Xandão... Me chama quando for gastar esse cinquentinha rs! Abração!

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  4. Gostei do artigo, sou totalmente novato em finanças, sem nenhum tostão para investir, qual livro você me recomendaria ?

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    1. Johnny, a literatura é vasta. Mas se vc está sem nenhum tostão, primeiro precisa incorporar o primeiro e mais importante insight: a importância de se pensar o futuro. Esse tipo de literatura eu li há muitos anos, e gostei muito, na época, do Pai Rico e Pai Pobre (o primeiro, original - esqueça os demais, fruto da especulação literária) e um livro que não está mais à venda: Seu futuro financeiro, de Louis Frankberg. Procure na net algo sobre a importância dos juros compostos na sua vida. Existem bons sites como o Dinheirama que possui um vasto material para dar esse primeiro passo.

      Abraço.

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