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“Progressistas”, quais são afinal as causas da violência no Brasil?

As causas da violência brasileira no Brasil apontadas pelos "progressistas" são uma farsa e não se sustentam mais.
Exército em Salvador: o retrato da falência do Estado no combate à
 violência

As causas da violência apontadas pela bandeira "progressista" pelo estado de selvageria no Brasil não se sustentam mais.


Não é novidade que o Brasil é um dos países mais violentos do mundo. Levantamento recente da ONU mostra que possuímos 11 das 30 cidades mais violentas do globo, sendo 7 na região Nordeste. Um número assustador. Existem várias formas de abordar as causas dessa situação. Sociólogos e cientistas sociais gastam fortunas do erário estatal para o financiamento de pesquisas e bolsas de pós-graduação para estudar o problema. Pelo visto não temos tidos bons resultados. O Brasil segue sendo o país que debate, debate, debate mas não sai do lugar. Pior: situações que são tão incontestáveis pelas estatísticas ainda seguem sendo um tabu. Errar é humano, mas persistir no erro é burrice, como diz um certo ditado. Mas os “progressistas” não são nunca capazes de admitir seus erros de análise.

Citei anteriormente que 7 das 11 cidades estão no Nordeste. Se acrescentarmos Belém, teremos 8 das 11 cidades na região Norte e Nordeste. Sinto pela região, pois já morei em algumas cidades e conheço tantas outras, o que me fez criar e manter um fantástico círculo de amizades. Mas essa citação tem apenas um motivo: a violência não está diretamente relacionada com a desigualdade de renda ou pobreza. Ninguém terá dificuldade de provar que a região foi (é) a maior beneficiada em melhoria nas disparidades sociais nos últimos anos. Mais de 62% dos beneficiados no Bolsa-família estão no Norte-Nordeste, regiões que possuem apenas 36% da população brasileira. E é a região que mais sofreu o aumento na violência nesses mesmos últimos anos. Em relação à ajuda federal, os Estados dessas regiões, com apenas duas exceções, recebem anualmente bem mais recursos do que arrecadam. Todos esses dados mostram que NÃO, a violência NÃO está relacionada a condições sociais. Um bom material para que os “progressistas” de plantão mudem seu ponto de vista.

Mas existe uma relação interessante: os Estados que mais prendem bandidos são os que possuem um dos menores índices de violência do Brasil. São Paulo, por exemplo, possui o segundo menor índice de homicídios do país (Santa Catarina é o menor) e a segunda maior taxa carcerária do Brasil, enquanto estados do Nordeste estão entre os últimos. Nada é perfeito, e existem problemas pontuais nessa condição, claro. Um longo debate pode ser visto aqui, onde um professor de Direito Penal rebate todas as afirmações do psolista e alienado (pleonasmo…) Vladimir Safatle. Mas o que não se pode negar é que a solução não passa por tornar o crime algo que compense, mantendo leniência na necessidade de prisões para os crimes violentos. Precisa-se mostrar que as consequências são duras e incluem, obviamente, a prisão. Afinal, a certeza da impunidade pode ser apontada por ser uma das causas da violência. Certo, “progressistas”?

Outra estatística interessante é a que relaciona o índice de porte de armas com o índice de violência. Não vou me deter muito aqui, pois já escrevi em Janeiro sobre o assunto, um artigo com algumas referências com essas estatísticas (link abaixo). No Brasil não temos pesquisas confiáveis por estado para portes legais, mas comparando-se países ocidentais (uma vez que no oriente temos uma cultura muito diversa), o retrato fica claro. A conclusão é que, nos países com um grande número de armas em poder da população de bem, a violência é menor. Explico possíveis causas no referido artigo Porte de armas: bom ou ruim? “Progressistas” não aceitam nunca essa realidade, embora os números sejam bem claros.

Mas os “progressistas” apoiam em peso o PT, certo? Existe um Estado onde o PT poderia ter aplicado toda sua expertise no trato da violência pública, usando todo o arcabouço de seus sociólogos. Um Estado que está sendo governado com o total apoio do governo federal e onde na campanha de 2010 o então candidato e atual governador Jaques Vagner, junto com a atual presidente, destacou em “dar uma resposta eficaz à segurança pública”. E o que aconteceu? Esse partido mostrou toda sua incompetência em lidar com a situação. Notícia de hoje: 44 mortos em dois dias em Salvador. A incapacidade dessa turma fica ainda mais evidente quando clama desesperadamente ao governo federal a presença do exército em suas ruas. Os mesmos militares que os “progressistas” adoram difamar. Desnecessário também dizer que a violência no Estado da Bahia é uma das maiores do país e a taxa de encarceramento, uma das menores. Para os sociólogos "progressistas", quais seriam as causas da violência na Bahia então?

E é aqui em São Paulo, no segundo Estado menos violento do país, que os petistas vão vir com essa ladainha de melhorar a segurança. Só tonto para aceitar esse gogó, né “progressistas”?




2 comentários:

  1. O Partido dos Trabalhadores é especialista em discurso porém a sua prática politica não existe.O Estado da Bahia está carente nos serviços de educação, saúde e segurança publica mas o governador afirma que o PT tem feito a melhor administração em todos setores no nosso Estado.Esse é o momento de reflexão o voto marca o desejo de mudança.

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