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Em época de eleição, os esquerdistas estão alucinados por um fato novo

Em ano de eleição, as abstrações esquerdistas estão apenas começando. Na ausência de algo positivo, fatos serão criados para desviar a atenção da população.
Os direitos humanos não são universais para essa senhora

Em ano de eleição, as abstrações esquerdistas estão apenas começando. Na ausência de algo positivo, fatos serão criados para desviar a atenção da população. A guerra de classes é o tema preferido.


Os esquerdistas (entendendo-se aqui como "coletivistas"), ao menos as alas mais radicais, estão em desespero. Não existe nada de substancial para apresentar de positivo para a população. Na economia, após 12 anos de governo PT, dados negativos imperam e a tendência é piorar. Para aflição ideológica, o executivo federal acelera as privatizações para tentar salvar uma parte do bolo. Na política, corrupção em todos os setores. Na inflação, o teto da meta já está ameaçado e mesmo a mentirosa taxa de desemprego está subindo. Na preparação da Copa do Mundo, superfaturamentos e atrasos. Estão alucinados para gerar algum fato novo e desviar a atenção das pessoas. Ano de eleição, né? Vem muito mais por aí...

Nesses últimos dias, o fato novo foi o “rolezinho”, tema de um post meu há alguns dias. Os esquerdistas deliravam com mais um motivo para dividir e disseminar o ódio entre a sociedade, divulgando uma tal guerra de classes e exacerbando a intolerância. Pois ontem saiu uma pesquisa no Datafolha que afirma que 82% dos paulistanos, moradores da cidade que mais concentra shoppings no país, são contra esse tipo de atitude. E pasmem!, os maiores percentuais estão entre as pessoas de escolaridade mais baixa e menor renda. A pesquisa apontou ainda que apenas uma minoria vê discriminação racial nos shoppings e não apoia a ação da polícia. Sim, quem gosta de “rolezinhos” são apenas os ricos intelectuais de esquerda. Os pobres mesmo, gostam de ordem.

Logo depois, inflamada pela nota irresponsável da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, as páginas esquerdistas das redes sociais foram à loucura por um suposto assassinato do garoto Kaique, gay e negro, vítima de crime homofóbico. Um ícone da esquerda nas redes sociais, Leonardo Sakamoto, deveria estar no mínimo envergonhado pelo post que publicou, com uma extensa digressão da homofobia em função do fato. Dias depois, novas evidências e a própria família apontam que foi um suicídio. Declarações da Secretaria dos Direitos Humanos sobre as mortes nos presídios do Maranhão recentemente, claro que não existiram. Alguns têm mais direitos do que outros.

Mas uma das mais patéticas e infantis manifestações nas redes foi em função de um debate ocorrido no Manhattan Connection entre a Luiza Trajano e, entre outros, Diogo Mainardi. Longe de mim falar mal da Luiza, pois além de simpaticíssima, parece ser uma empresária competente (sim, ela é uma capitalista malvada, mas quando pode ser usada, os esquerdistas a amam). Já o Diogo, de fato, foi muito indelicado e estava mal informado quanto à um dado de inadimplência no debate. Mas pergunto o que teve de tão grave nessa discussão? Nada! Foi um debate normal, tranquilo, sem nenhum tipo de humilhação. As pessoas que se regozijam pelo fato de a pessoa ser corrigida por um erro que comete (e todos nós cometemos) deve ter muito ódio e inveja no coração. Um seguidor (provavelmente esquerdista) do twitter de Luiza escreveu: "- Luiza, lavou a alma de muita gente. Acho que vai aumentar as vendas...”

Quer dizer, o que lava a alma hoje das pessoas é apontar erros, principalmente das pessoas que não possuem as mesmas ideias da gente. Tem sentido minha alma ter sido lavada pela pesquisa do Datafolha ou a comprovação que a morte Kaique foi um suicídio? Claro que não. O que pretendo mostrar aqui é a perspectiva dessa patrulha ideológica, que vão fazer das tripas coração para criar um monte de fatos até essa eleição e desviar o foco dos reais problemas deste país. As paranoias esquerdistas estão apenas começando.

P.S.: E hoje o purupupu serão as notícias da Cracolândia de Haddad...


Mais textos sobre política nessa página.


Comentários

  1. Bom post André !
    Sempre acho esse debate positivo, mesmo num primeiro momento, em que depois se vê que a coisa não era lá tão assim, acho positivo, gera uma discussão sadia, ou pelo menos era para ...
    Tenho lá minhas opiniões a respeito das coisas, mas acho que informação nunca é demais, mesmo porque, errar tudo mundo erra, como vc disse, mas que venha a luz os fatos reais.
    Esses assuntos, a meu ver, independente se foram manobras pra chamar a atenção ou não, foram legais de serem abordados, tanto a jovem periferia, como o jovem gay ... talvez, talvez, as pessoas tenham pensado um pouco mais a respeito ...
    Talvez até o Diogo, melhore de humor ... hahaha !

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Sim Azul... Concordo com vc que os debates têm de vir à tona quando os assuntos são tratados com seriedade, mas discordo da forma que vem sendo abordados. Abomino as conclusões precipitadas, mas ainda mais quando são usadas para obter dividendos políticos. Nesse ano até a eleição, vão acontecer muitos fatos semelhantes. A ideia é alertar que em muita coisa jogada na mídia, sempre terá um interesse atrás...

      Valeu!

      Excluir

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