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A apropriação do “rolezinho” como uma guerra de castas pela esquerda

A politização vergonhosa dos "rolezinhos" pela esquerda e a incitação à guerra de castas no Brasil.
O rolezinho incentivado e servindo à guerra de castas pela esquerda

A politização vergonhosa dos "rolezinhos" pela esquerda e a incitação à guerra de castas no Brasil.


Saiu hoje a seguinte manchete no Estadão: Dilma já usa ‘rolezinho' contra a oposição:

Em mais uma tentativa de se contrapor ao PSDB, o governo Dilma saiu em defesa dos jovens que promovem "rolezinhos" nos shoppings e tentou acusar os adversários de fazer discriminação social. Na avaliação do Palácio do Planalto, o apoio à manifestação não apenas serve de antídoto a possíveis atos de vandalismo como ajuda a aproximar a presidente Dilma Rousseff de jovens da periferia, nas redes sociais, neste ano de eleições.”

É vergonhosa e ridícula a forma como a esquerda se apropria de fatos para seu proveito próprio, politizando-os de forma a criar uma guerra social inexistente, seja de raças ou de classes, posicionando-se como paladinos da justiça a favor dos “excluídos”. Criam uma discriminação patética em locais onde todas as pessoas convivem de forma democrática e pacífica. Claramente uma visão de exclusão racialista e classista criada para obter dividendos políticos. Em um shopping center, todas as classes estão lá representadas, sem preconceito. Os pobres mesmo, estão se lixando para essa classificação. Eles querem e fazem parte desse mundo, mas são discriminados justamente por esses intelectuais de plantão, que ainda os olham como uma aberração antropológica, como mostra o artigo de André Assi, bacharel e mestrando em Filosofia:

“Segundo os próprios, os arrastões estariam evidenciando o "apartheid" latente que se passa nessa cidade sem amor. Essa hipótese reforça minha impressão de que é desespero dos intelectuais de botequim. Qualquer ser humano que já tenha 1) ido a shoppings e 2) visto um pobre a menos de 5 metros, sabe que aquilo sempre e foi um ambiente não só de livre acesso para estes, mas feito para os próprios, apenas dando vazão a demanda deles próprios! Pobre quer consumir (as letras dos "funks ostentação" estão aí para provar); quem admira a pobreza (ainda que só de longe) é intelectual.”

Ou como diz Reinaldo Azevedo hoje em sua coluna na Folha:

“Não se percebia, originalmente, nenhuma motivação de classe ou de "raça" nessas manifestações. Agora, sim, grupos de esquerda, os tais "movimentos sociais" e os petistas estão tentando tomar as rédeas do que pretendem transformar em protesto de caráter político. Se há, hoje, espaços de fato públicos, são os shoppings. As praças de alimentação, por exemplo, são verdadeiras ágoras da boa e saudável democratização do consumo e dos serviços. Lá estão pobres, ricos, remediados, brancos, pretos, pardos, jovens, velhos, crianças... Lula, que é Apedeuta, mas não burro, jamais hostilizou essa conquista dos ex-excluídos. Só o cretinismo subintelectual cai nessa conversa.”

Óbvio que, como propriedade privada, como garantia para seus clientes (clientes brancos, negros, ricos, pobres…), os shopping centers têm de cuidar de sua segurança. Milhares de pessoas convocadas pelas redes sociais (meios de comunicação que mostram o quão de fato esses jovens são excluídos...), estimuladas por esses teóricos sem noção podem de fato ameaçar a segurança de um ambiente frequentado pelas pessoas que nada tem a ver com essa guerra construída. Vejam esse vídeo. Se essa situação não é uma ameaça à segurança, como classificá-la? Deveriam os seguranças permitir a livre passagem para dentro do shopping? Um shopping que fica justamente na periferia e recebe milhares de pessoas de baixa renda todos os dias justamente porque a fonte de seu lucro são as compras e serviços pagos pela população menos abastada? "Discriminação" contra os os oprimidos?

É como se o Brasil não tivesse mais problemas para discutir. A discussão real, necessária, se esvai pelos esgotos quando o nível do debate alcança esse ponto. Mais produtividade teriam esses intelectuais se mudassem para Cuba e começassem a plantar batatas.

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2 comentários:

  1. Cara, coitada da ilha! Já não basta o boicote milenar? rsrs
    Acho que a sugestão do vídeo para alguns "marxistas de rede social" (4:40) seria suficiente...

    O inicio do vídeo eu não curto, mas filtrando um pouco a loucura e palhaçada, eu concordo com quase tudo.
    Não quero esculhambar seu post, é só pra deixar o assunto mais light, pois dá pra sentir daqui sua indignação! rsrs
    Abração
    http://www.youtube.com/watch?v=X7LtIRj9v68&feature=c4-overview&list=UUm2CE2YfpmobBmF8ARLPzAw

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  2. Os mano pira! Valeu pela contribuição, meu amigo! Abraço!

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