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Dias 196 e 201 a 205 da viagem: França, Áustria (Salzburg) e Bahia!

Relato da viagem à região da Alsácia, na França - castelo Haut-Koenigsbourg em Sélestat, e Salzburg, terra de Mozart, na Áustria.
Centro comercial da cidade de Riquewihr, França

O final da  viagem com a visita à região da Alsácia, na França - com destaque ao castelo Haut-Koenigsbourg em Sélestat, e Salzburg, terra de Mozart, na Áustria. E o grand finale em Alagoinhas, na Bahia!


No post anterior, comentei que, do sul da Alemanha, fomos até a França de carro. A Alsácia é uma região que já pertenceu a Alemanha anteriormente e fica localizada muito perto da cidade de Bräulingen. Na ida, sob um calor de quase 30ºC, não pegamos auto-estradas e as paisagens das estradas vicinais – para usar um termo brasileiro, eram magníficas. Na fronteira, nada de fiscalização, assim como ocorreu na fronteira da Suíça com a Alemanha: passagem livre. Os governos europeus não gastam mais dinheiro com funcionários nesses locais. Mas na operacionalização do estado de bem estar social, devem estar fazendo volume – e consumindo dinheiro do contribuinte, em outros locais.

O ponto alto do passeio foi o castelo de Haut-Koenigsbourg, próximo à cidade de Sélestat. O castelo fica no alto de uma montanha de 755m e permite uma visão incrível do vale da Alsácia, além de seus próprios encantos. O castelo foi construído no século XII e passou por grandes melhorias no século XV, fortificando-o para a guerra mas caiu na Guerra dos 30 anos e foi abandonado.
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Dias 192 a 200 da viagem: Sul da Alemanha: Nuremberg, Freiburg, Bräulingen e arredores

Relato de viagem do sul da Alemanha (Bräulingen, Freiburg e Nuremberg), uma região de qualidade de vida impensável aos padrões que nos acostumamos a aceitar.
Visão da janela do quarto que dormia

Relato de viagem do sul da Alemanha (Bräulingen e arredores, Freiburg e Nuremberg), uma região de qualidade de vida impensável aos padrões que nos acostumamos a aceitar.


Esse post e o subsequente não estão em uma ordem cronológica, pois enquanto eu estava no sul da Alemanha, vindo de carona da Suíça, eu também fui um dia à França. Decidi, porém, escrever um post sobre o sul da Alemanha primeiro e posteriormente, escrever sobre as visitas na França e na Áustria, dividindo assim, os relatos por países. Na Alemanha, fiquei hospedado todos os dias, exceto em Nuremberg, na casa de um grande amigo meu e sua esposa, que me proporcionaram excelentes dias de comilança, muitas cervejas especiais, altos papos e incríveis passeios. Fiquei em Bräulingen, mas visitei de bicicleta cidades vizinhas e, de carro, Freiburg durante uma noite. Noite em relação ao horário, pois aqui nessa época o sol se põe somente às 22:00hs. Não sentimos o tempo passar. Fiquei também uma noite em Nuremberg aproveitando uma carona, pois meu trem para a Áustria sairia de lá.

Bräunlingen é uma cidade com menos de 6.000 habitantes espalhados por todo o município, que possui extensas áreas rurais. Possivelmente, a região central da cidade tenha bem menos que isso. De bicicleta, é possível andar em volta de toda a área urbana em 15 minutos. Bairros, casas e jardins de sonhos: as famílias parecem que competem qual delas tem o melhor jardim e as mais bonitas flores.
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Dias 190 a 191 da viagem: de volta ao ocidente em Zurique, Suíça

Viagem à Zurique, Suíça. De volta ao ocidente e novamente à Europa. Visitas à igreja Fraumünster, São Peter e Uetliberg.
E é verão na Suiça!

Viagem à Zurique, Suíça. De volta ao ocidente e novamente à Europa. Visitas à igreja Fraumünster, São Peter, Museu de Artes e um hiking em Uetliberg.


Viajei da Ásia - Cingapura para a Europa com a Qatar Airways e vale o registro: essa companhia é show! As refeições, o sistema de entretenimento do avião (de Doha para Zurique vim no belo e moderno Boeing 787 Dreamliner) é incrível e a equipe de bordo, amabilíssima. Ajudou com que as 16 horas de viagem, incluindo a hora e meia que passei em Doha, não fosse tão monótona. Mas o melhor mesmo foi o lugar que consegui reservar no primeiro voo fazendo o check-in antecipado pela internet: as poltronas da fileira 10 são as primeiras da classe econômica e como não há assentos na frente, o espaço para as pernas é fantástico. Além disso, o banco reclina também a parte inferior para apoio das pernas. Ainda não era uma classe executiva, mas foi muito melhor que o padrão.

Em Zurique, meio atordoado com as 6 horas de jetlag, um colega me esperava no aeroporto para irmos ao seu apartamento, onde eu ficaria nesses dois dias pela cidade. Não o conheci pelo CS dessa vez, mas sim através de uma amiga em comum, e ele me proporcionou um excelente apoio, visto que morava na região central, o que possibilitou que eu visitasse praticamente toda a cidade nesses dois dias de Suíça.
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Dias 185 a 189 da viagem: o fantástico capitalismo de Cingapura

A viagem à Cingapura: capitalismo e liberdade econômica a serviço das pessoas. Visitas à Marina Bay, arborismo, Fort Canning e o fantástico Jardim Botânico.
Quadras de tênis no meio da cidade do capitalismo "opressor"

A viagem à incrível Cingapura: capitalismo e liberdade econômica a serviço das pessoas. Visitas à Marina Bay, arborismo em MacRichtie Treetop, Fort Canning e o formidável Jardim Botânico.


A cidade-estado seguinte a ser visitada após Hong Kong e Macau seria também a última visita da Ásia: Cingapura. Por ela me despediria dessa viagem por culturas totalmente diferentes e sentiria a falta de muitas sensações e amizades que pipocaram no meio do caminho. Já sentia um mistura de prévia saudade desses últimos 6 meses, mas também uma ansiedade de volta para casa, apesar de ainda possuir mais de duas semanas pela frente. De qualquer forma, a última estadia na Ásia me proporcionou antecipadamente esse sentimento de início de desfecho da viagem. Sentimento confuso, onde já não sabemos qual o tipo de vivências e pensamentos que preenchem mais, ou deveriam preencher, o nosso ocupado tempo. Mas como esse não é um post de filosofia – o qual estou devendo há tempos a mim mesmo, vamos então à Cingapura.

O estado de Cingapura balança, em termos de liberdades, por dois lados. Na área da economia, o país é uma potência. A cidade é fantástica, tanto pelo lado arquitetônico quanto urbanístico. Toda pessoa que gosta de arquitetura e urbanismo deveria passar uns dias nessa cidade.
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Dias 180 a 184 da viagem – as chinesas capitalistas Hong Kong e Macau

Relato da viagem à Hong Kong e Macau, experiências capitalistas chinesas exemplares. Passeios em Kowloon, ilha de Victoria, cassinos e Mount Fort.
Baía de Victoria e ilha de Hong Kong

Relato da viagem à Hong Kong e Macau, experiências capitalistas chinesas exemplares. Passeios em Kowloon, ilha de Victoria, cassinos e Mount Fort, entre outros.


Após as Filipinas, chega a vez das cidades-estado: Hong Kong, Macau e Cingapura. Para os dois primeiros entretanto, uma meia-verdade, pois desde o final do século passado estão sob a administração chinesa. Mas de qualquer forma, ainda possuem sua própria legislação e gozam de liberdades que o povo da China continental ainda não sonha possuir, como por exemplo, a internet livre. A cultura ocidental é bem presente nesses dois enclaves asiáticos, frutos da administração britânica (Hong Kong) e portuguesa (Macau) nos últimos séculos. Com superfícies pequenas e uma população considerável, possuem uma das maiores concentrações demográficas do planeta, e surpreendentemente, com organização, bom planejamento e muito capitalismo e liberdade econômica, permanecem como lugares incríveis e agradáveis para se visitar, com muitas áreas verdes e recreação.

Hong Kong, apesar de possuir uma área bem menor do que a cidade de São Paulo, ainda é quase 40 vezes maior do que Macau (Macau é um dos 5 menores estados do mundo, junto com Tuvalu, Nauru, Mônaco e Vaticano) e por isso, possui uma facilidade maior para possuir uma boa infra-estrutura de lazer, como parques nacionais, parques temáticos (Disneyland) e grandes resorts ao longo da costa.
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Dias 168 a 179 da viagem: Metro Manila e Anilao, nas Filipinas

Relato de viagem a região metropolitana de Manila e a área Intramuros e bairro Guadalupe e à praia de Anilao, nas Filipinas.
Crianças e quadra de basquete, paixão nacional

Relato de viagem a região metropolitana de Manila, área Intramuros, bairro Guadalupe, a incrível Basílica de aço São Sebastião e à praia ao sul da ilha em Anilao, nas Filipinas.


Após um intenso networking na Indonésia, viajei às Filipinas, com muito do meu trabalho atrasado e precisando colocar algumas coisas em dia. Na maioria desses dias, reservei cerca de 3 a 4 horas para atualizá-lo, assim como esse blog, que estava com quatro postagens atrasadas (e no momento que escrevo, ainda está com duas…). Assim, não viajei para as ilhas do sul, até pelo pouco tempo que tinha no país, e fiquei na região metropolitana, que oferece muito mais para conhecer a cultura e os costumes dos filipinos, bem como sua vida real.

Os principais pontos em sítios históricos, os quais gosto de visitar, estão na região também. Para não ficar com gostinho de não ter conhecido uma praia filipina, viajei ao sul da ilha de Luzon, e visitei a pequena vila de Anilao, próximo a Batangas. Aqui também conheci muitas pessoas do Couchsurfing, sendo que nesses 11 dias, dividi as noites em hostel (e adiantando o que estava atrasado), mas também na casa de 3 pessoas. Ainda saí com mais amigos que dividiram seu tempo comigo durante algumas andanças e refeições na cidade.