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Alugar ou comprar um imóvel: minha experiência, opinião e bobagens diversas

É melhor alugar ou comprar um imóvel? Análises financeiras e emocionais mostram que, devido à sua paz e liberdade, alugar, e não comprar, é a melhor opção.

Caro leitor, esse texto não é politicamente correto. Não finalizo afirmando que a decisão de comprar ou alugar um imóvel depende de cada um. Afirmo que você perde tanto financeiramente, mas também perde sua liberdade, paz e saúde se decidir pela compra. E, expondo meus argumentos juntamente com a minha história pessoal, vou explicar os motivos de minha opinião.


Antes de iniciar o texto propriamente dito, vale aqui um comentário.

Muitas vezes os argumentos em um debate são desvirtuados quando seus oponentes buscam exceções para provar a veracidade de algo. Deixo aqui claro que exceções devem ser tratadas pelo o que são: exceções. E na sequência do texto, teremos a oportunidade de conhecer algumas delas. Adiante e boa leitura!


Por que você perde dinheiro comprando um imóvel? E um começo de vida desastroso


Inicio o texto com a temática financeira. Conversaremos posteriormente sobre os tabus emocionais.
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O essencial do orçamento e fluxo de caixa. E uma planilha de brinde ao final

A liberdade financeira depende inicialmente de controlar o orçamento (receitas, gastos e despesas) e o fluxo de caixa através de uma planilha
A liberdade é também financeira. E o primeiro passo está nesse artigo

O controle do orçamento e fluxo de caixa é o primeiro (e essencial) passo na viagem à independência financeira. Segue um guia sobre seus fundamentos e o acesso à minha planilha pessoal do Google docs como ferramenta de auxílio nessa jornada. 


Apesar de não ser consultor financeiro de fato, recebi essa semana um telefonema de mais um amigo pedindo orientações para investir algumas economias mensalmente. Ou seja, pedindo ajuda em quê, como o onde aplicar.

Perguntei inicialmente qual o montante mensal que ele disponibilizaria para promover esse investimento de forma consistente.

Comunicado o valor, quis saber se essa meta estaria coerente com seu orçamento e fluxo de caixa anual a curto e médio prazo, pois os cenários de investimento dependem fundamentalmente dessa informação. É fundamental por exemplo, conhecer os prazos que o dinheiro pode ficar aplicado sem sobressaltos.

Ele disse que iria rever suas condições e me ligaria novamente, sem antes pedir a mim uma ferramenta que pudesse ajudá-lo a obter tais esclarecimentos.

Decidi assim partilhar publicamente a todos os leitores desse blog, a planilha que uso para controlar o meu orçamento e meu fluxo de caixa, ou seja, o controle de gastos e despesas, assim como de receitas.

É um instrumento que está em uso já há um bom tempo e já foi bem testada por mim e outras pessoas que já mostraram interesse anteriormente. Simples. Porém muito efetivo.

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A planilha definitiva de orçamento e fluxo de caixa: simples e eficiente

A planilha definitiva para um orçamento e fluxo de caixa passa pela sua simplicidade e eficiência. Veja aqui um guia de preenchimento e acompanhamento, assim como o link para o acesso à planilha no Google Docs.


Suponho que você tenha chegado nessa página através do meu artigo sobre a importância do orçamento e do fluxo de caixa para sua independência financeira. O controle de seus gastos e despesas é essencial para alcançá-la.

E, para usarmos uma nova ferramenta, precisamos conhecer os conceitos que fundamentam sua utilização, bem como nossos objetivos, de forma a extrair o máximo de eficiência e eficácia.

Assim, recomendo fortemente sua leitura através do link abaixo:

"O essencial do orçamento e fluxo de caixa"


Uma vez lido o artigo, vamos à prática:
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Jovens, as manifestações urgentes e as manifestações ideais para o futuro

A urgência das manifestações para expulsar o PT da vida política, a pouca presença dos jovens e o ideal das manifestações no futuro

A urgência das manifestações para expulsar o PT da vida política, a pouca presença dos jovens e o ideal das manifestações no futuro.


A mobilização popular contra o governo petista atingiu o ápice nesse mês de março de 2016. Foi a maior que já houve na história do país. Em Campinas, participei do evento e mantive a câmera fixa em um mesmo ponto assistindo a manifestação. A bateria não colaborou para uma gravação completa (o vídeo está aqui no You Tube), mas a marcha de pessoas indignadas durou, ininterruptamente, uma hora e vinte minutos. Nunca vi tanta gente.

A lista de indignação é grande, mas nada relacionada com a rejeição ao ver "pobres" viajando de avião, um desvirtuamento infantil clamado pelos grupos desesperados. Ela tem origem, na verdade, com a corrupção institucionalizada, com a adulteração do significado de moralidade e com a pretensão de manutenção dos privilégios pelos grupos no poder.

Praticamente todos os estratos sociais estiveram bem representados, exceto um: os de jovens com idades universitárias, na faixa de 17 a 22 anos. Proporcionalmente à sua representação nacional, foram poucos. É lamentável o que décadas de revolução cultural gramsciana fizeram com essa parcela da população, expondo algo como um darwinismo social, não através do conceito da sobrevivência do mais apto, mas sim na transmissão social de falsos ideais.
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O Estado e a tática do medo no passado, no presente e no futuro

Desde o início do século XVI, Maquiavel já mostrava que o objetivo principal do Estado é a manutenção do poder de seus asseclas. E para isso, uma das táticas mais usadas para tal propósito foi a disseminação do medo entre seus súditos. Uma tática ainda muito atual.

Desde o início do século XVI, Maquiavel já mostrava que o objetivo principal do Estado é a manutenção do poder de seus asseclas. E para isso, uma das táticas mais usadas para tal propósito foi a disseminação do medo entre seus súditos. Uma tática ainda muito atual.


Terminei recentemente de ler um livro (Berlim: 1961) que, apesar de denso, demonstra com notável objetividade os fatos e pormenores do tenso ano de 1961. Revela como a Guerra Fria chegava ao seu ápice com a construção do Muro de Berlim e tanques americanos e soviéticos provocando-se frente à frente no checkpoint Charlie, no enclave capitalista dentro do bloco soviético. Esse episódio só rivalizaria em tensão entre as superpotências da época com a Crise dos Mísseis, em Cuba, no ano seguinte.

O livro é fantástico para os amantes da história, e carrega uma densa bibliografia para estudos posteriores na compreensão dos motivos que levaram à essa situação. Mostra claramente um presidente Kennedy confuso, inseguro e fraco em seu primeiro ano de governo, a acirrada atividade de Khrushchov para tornar a URSS uma potência admirada e reconhecida em seu tempo, um Adenauer saudosista da mão firme do ex-presidente americano Eisenhower e a hesitação do primeiro-ministro inglês Macmillan e do presidente francês De Gaulle em tratar a situação alemã.

Não é objetivo desse texto fazer uma resenha do livro. Não simpatizo com resenhas. Se curtas, trazem o risco de serem rasas e não ilustrarem claramente a obra. Se longas, trazem a ameaça de as opiniões próprias do autor (da resenha) sobrepor-se às opiniões do autor do livro. A imparcialidade total é algo tão inatingível quanto raro.

A motivação em escrevê-lo partiu de uma parte do texto onde Walter Ulbricht, líder socialista da então Alemanha Oriental, irritou-se com um pedido de eleições livres feitas por um trabalhador em uma das reuniões em uma fábrica de cabos. Observe a tática utilizada por Ulbricht para desencorajar pensamentos democráticos: